Arquivo do mês: março 2011

Os Prédios Mais Altos da América do Sul…

Os planos de um prédio de 62 andares, em SC, pode colocar o Brasil no alto do ranking dos edifícios mais altos do continente

Paola Deodoro, iG São Paulo |

Nas principais listas dos 10 prédios mais altos da América do Sul, como a do Council on Tall Buildings and Urban Habitat e a do SkyscraperCity, o Brasil ainda está tímido. Ocupa a última posição, com o veterano Mirante do Vale de 51 andares, concluído em 1960, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo. Mas está disposto a escalar o ranking a passos largos para chegar ao topo.

Ainda que o Chile esteja concretamente à frente desta corrida, com a retomada das obras do edifício Costanera Center, em Santiago. Interrompida no 20º andar por alguns anos, a construção promete chegar ao 70° andar, o que deverá totalizar 300 metros e garantir o status de prédio mais alto do continente, ultrapassando o Parque Central Torre Officinas, em Caracas. O grandalhão venezuelano (369º do mundo) tem 56 andares e 225 metros. Baixinho perto do Burj Khalifa, o maior do mundo construído em Dubai em 2010 e que tem 163 andares distribuídos em 828 metros de altura.

 

Fonte: http://www.facebook.com/fgbcamboriu

 

Veja reportagem completa e conheça os edifícios mais altos da America do sul link: http://delas.ig.com.br/casa/arquitetura/os+predios+mais+altos+da+america+do+sul/n1596820364355.html

 

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Os clientes captam as informações de várias formas…

Nem todas as pessoas têm exatamente as mesmas preferências e habilidades quanto aos estímulos sensorias. Alguns preferem o canal visual: “ver para crer”. Alguns têm que ouvir pois, “uma palavra vale mais que mil imagens”, “outros preferem cheirar, degustar e sentir o que está acontecendo”.

“Um casal entra em uma loja e o vendedor escuta uma conversa entre eles:

Ela: você não me ama mais.

Ele: o que você quer dizer com isso? Eu sempre lhe trago flores, comprei-lhe um presente na semana passada.

Ela: Ah! Mas você não diz que me ama.

O vendedor percebendo que ela é auditiva, pois precisa escutar “eu te amo”, já ele é visual demonstra seu amor através de presentes. Se a situação fosse inversa, ele diria “eu te amo” e ela responderia, mas você nunca mais me trouxe flores.

Se o cliente for sinestésico ele gostará de ser tocado e ficar perto das pessoas. Quando um visual fica perto de um sinestésico ele se afasta para ter uma visão global do ambiente, enquanto que o sinestésico tenta se aproximar para sentir melhor

Dá próxima vez que um cliente entrar em sua loja tente descobrir em qual canal ele recebe as informações que você está passando. Eles sempre dão sinais do seu canal, falando frases do tipo: está vendo o que quero dizer? Isso soa correto? Você sente que estou com razão? Ou minha explicação não está cheirando bem?

Prof. Menegatti é conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Entre seus produtos estão: o Livro “Talento é fazer coisas comuns de forma extraordinária”, CD “Técnicas de Vendas”Motivacional e do DVD “Venda Emoção”. Contatos: www.menegatti.srv.brmenegatti@menegatti.srv.br



Economia Criativa

 

Economia Criativa engloba setores que tem sua origem na criatividade, na perícia e nos talentos individuais.

Segundo a consultoria PricewaterhouseCoopers, US$ 1,8 trilhão é o quanto movimenta a Economia Criativa no mundo todo.

A economia tradicional não suporta o que considera amadorismo dos criativos em gestão. Já os criativos têm dificuldades p/ lidar c/ a frieza dos números. Os dois lados não dialogam, e os negócios TRAVAM na largada.

Mas o que compõe a Economia Criativa?

Tudo o que envolve Publicidade e propaganda; TV e rádio; Design; Artes cênicas e visuais; Mercados editoriais; Expressões culturais; Arquitetura; Software e hardware; Filme e vídeo; Música e Moda.

Analisando todos os setores que compõe esta nova categoria da Economia entende-se porque Einstein disse: A imaginação é mais importante que o conhecimento. Ou o que afirmou Picasso: A inspiração existe, porém tenho que encontrá-la trabalhando.

Einstein correlaciona imaginação a conhecimento na frase construída! Já Picasso paraleliza inspiração a trabalhar!

O que teria a ver uma coisa c/ a outra?

Imaginação a Conhecimento, Inspiração a Trabalho?

Independente das definições que cada um de nós tenha, a verdade é que tanto Einstein como Picasso são considerados gênios, e tanto um como outro deixou suas marcas no que hoje se considerada Economia Criativa.

Ranking dos Maiores Países Exportadores de “produtos”                            da Economia Criativa

(em US$ bilhões)

País

China

%

61,3

Itália 28
H. Kong 27,5
USA 25,5
Alemanha 24,7
R. Unido 19
França 17,7
Canadá 11,3
Bélgica 9,3
Espanha 9,1

 

A tabela acima deixa evidente como nosso País está bem atrás deste novo momento da economia, o que podemos considerar uma grande oportunidade.

Então, mãos a obra!

Quando sua empresa pretende iniciar um programa que vise a inseri-la na ECONOMIA CRIATIVA?

Luiz Renato

FCB Mkt Estratégico & Trade Mkt

fcbmarketing@blosoft.com

 

 


A arte de criar valor para o cliente

Infodocorretor

A percepção de valor nem sempre se da simplesmente pelos olhos do cliente, nesta montagem de cenário entram atores que são pressupostos básicos em qualquer mercado. Qualidade, comunicação e produtos adequados devem fazer parte do jogo inicial. Daí pra frente a competência das empresas em colocar a frente de seus clientes profissionais de vendas competentes com sensibilidade suficiente para trabalhar com conceito de valor agregado faz a diferença.

O corretor de imóveis preocupado com seus resultados deve saber entender os sinais de seus clientes e oferecer produtos adequados, valendo-se de suas competências para trabalhar com objeções e mostrar de forma inequívoca o valor do seu produto.

A vontade de obter o produto muitas vezes cai na dúvida que, se naquele momento ela não se mostra além da realidade e possibilidade. Neste momento cabe ao profissional mostrar ao cliente que tudo o que se oferece irá lhe trazer vantagens.

Ao profissional, a vontade de vender deve ter base na realidade de que no momento seguinte o cliente terá a sensação de que comprou algo de valor.

HSM Online

Criação de valor parece ser a expressão do momento: é dita em toda parte, por todo tipo de profissional, sobre quase todo tipo de serviço. “Não basta vender, nós precisamos entregar valor para o cliente” ou “Não podemos mais vender apenas o produto, precisamos vender valor”.

Entretanto, antes de partir para a ação, mudar a missão da empresa e escrever o discurso, é preciso compreender que a visão do cliente sobre o que é valor mudou bastante nos últimos anos. Hoje, ele não está apenas em busca de preços mais baixos. Quer também qualidade, e por um preço acessível.

Em outubro desse ano, o professor Neil Rackham esteve no Brasil para apresentar o Seminário Internacional sobre Inovação em Vendas, pela HSM, e falou sobre o assunto.

Mundialmente conhecido como mestre na aplicação de modelos estratégicos em Gestão de Vendas, Rackham explicou que “valor é algo pelo qual o cliente está disposto a pagar. É o cliente quem determina o valor, não o produto”. “Se o benefício é mais alto que o custo, eu recebi valor.” Assim o comprador classifica os fornecedores de acordo com a importância estratégica do produto ou serviço em questão. Quanto mais alta for essa importância, maior o vínculo entre o cliente e sua empresa.

E mais ainda: se for muito difícil encontrar uma empresa similar para fornecer o mesmo produto ou serviço, o cliente procurará firmar uma parceria com o vendedor, que passa a ser visto como um parceiro de negócios.

Para se chegar a esse resultado, considerado o ideal pela maioria das empresas, as áreas de vendas e marketing precisam trabalhar em sinergia. As vendas podem chegar a um limite quando existem diversos similares no mercado. Nessa hora, é a maneira com que o produto é oferecido e a relação que se estabelece com o cliente que fará a diferença.

Diversos segmentos – como o de equipamentos hospitalares, por exemplo – tem investido em profissionais de vendas com profundos conhecimentos sobre o produto e o negócio. “O vendedor não pode mais ser uma ‘brochura falante’“, aconselha Rackham. “Não se trata mais de simples persuasão, o vendedor precisa agregar tanto valor quanto o produto, resolver problemas, usar a criatividade”.

Aliás, embora pareça óbvio, “resolver problemas” continua sendo uma dificuldade para muitos vendedores. Não porque eles não consigam encontrar uma solução, mas porque simplesmente não ouvem. O pai da gestão moderna, Peter Drucker, dizia que um dos segredos do crescimento é saber ouvir. Quando os clientes lhe faziam perguntas, ele respondia: “Não, eu quero ouvir você, saber quais são seus problemas”.

Portanto, ouça muito, avalie o ambiente de negócios do seu cliente, conheça sua cultura e só então comece a fazer perguntas.

O que cria valor?
De acordo com Rackham, que realizou uma grande pesquisa com 1100 compradores, a coisa mais poderosa que um vendedor pode entregar, em termos de criação de valor, é a mudança de direção estratégica para a empresa. “Mas isso é muito raro de acontecer”, pondera o especialista.

Em segundo lugar ficaram a resolução de problemas e o desenvolvimento de soluções customizadas. Esses itens foram classificados por Rackham como as principais funções do vendedor. “Bons vendedores conhecem muito sobre o negócio (e não só sobre o produto)”. Como se percebe, são todos artigos intangíveis, mas que podem afetar drasticamente os resultados do cliente.

Vendas x marketing
Muitos ainda encaram com ceticismo a sugestão de unir as forças dos dois departamentos – vendas e marketing – na busca pelo sucesso dos negócios. “Nós traçamos a estratégia, mas a força de vendas não segue o planejamento”, diz o marketing. “O departamento de marketing desconhece as nossas dificuldades e as metas que precisamos atingir”, afirma a força de vendas.

Porém, o mercado já deixou clara a tendência para os próximos anos. “A maioria das competências necessárias para o sucesso em vendas tradicionais encontra-se hoje em marketing”, ensina o especialista. Rackham recorda que um dos papéis de marketing é selecionar as oportunidades certas para a área de vendas e criar as ferramentas para cada etapa do processo de decisão do cliente. São elas:

• Reconhecimento da necessidade: o papel do fornecedor é ajudar a identificar seus próprios problemas.
• Avaliação: o objetivo é mostrar como a solução é melhor do que a da concorrência, apresentando propostas superiores.
• Resolução de preocupações: as ferramentas são de redução de risco e eliminação das barreiras à compra, como um testemunho de sucesso ou uma reunião com um cliente já satisfeito.
• Negociação: o objetivo é chegar aos melhores preços e condições possíveis, e as ferramentas de precificação são importantes.

HSM Online

Fonte: http://www.hsm.com.br/artigos/arte-de-criar-valor-para-o-cliente