Arquivo do mês: julho 2011

Foz do Rio Itajaí é a Região Metropolitana que mais Cresceu no Brasil…

Existem atualmente no Brasil 36 regiões metropolitanas (RMs) e três regiões integradas de desenvolvimento (Rides). Foto: Divulgação

A falta de transporte adequado e em quantidade suficiente é um dos principais gargalos na administração dos grandes centros urbanos, que concentram 83,096 milhões de brasileiros (42,5% da população), de acordo com pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre mobilidade urbana feita entre 2001 e 2010. No período, a concentração manteve-se estável em relação aos 42,3% registrados em 2000.

Existem atualmente no Brasil 36 regiões metropolitanas (RMs) e três regiões integradas de desenvolvimento (Rides). Em Santa Catarina existem oito RMs. A da Foz do Rio Itajaí foi a que apresentou a maior taxa de crescimento do Brasil entre os anos de 2000 e 2010, registrando 3,24%. Nessa RM, a população total é de 439.512 pessoas.

Leia reportagem completa no

Link: http://www.economiasc.com.br/index.php?cmd=industria&id=7244

Fonte: Economia SC

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Balneário Camboriú – Praia Central Ganhará um Moderno Complexo Turístico.

Seguindo sua vocação de palco de festas  eventos, oferecendo aos turistas e moradores de Balneário Camboriú e região, shows, feiras, a Praça Almirante Tamandaré ganhará um belo complexo turístico com restaurantes auditório com capacidade de receber 360 pessoas.

De frente para o mar e no espaço que a muito e sem muita estrutura, já se notabilizou como endereço de eventos, shows, feiras e comemorações.

Com este novo empreendimento Balneário Camboriú oferecerá mais conforto aos turistas e moradores.

 

 

Fonte: Revista Prestando Contas Balneário Camboriú.

Link: http://www.balneariocamboriu.sc.gov.br/


Será que você esta pronto para negociar?

No nosso dia a dia temos situações de negociação a todo o momento, estar informado sobre produto e necessidades dos seus clientes e fundamental para que as coisas terminem bem.

Estar seguro nas varias fases da negociação lhe dará a tranqüilidade para fazer as colocações no momento certo e encerrar o processo com sucesso, pois também clientes esperam que um bom vendedor lhes transmita tranqüilidade.

Este vídeo tirado do Filme “Uma Linda Mulher”, serve de exemplo de algumas situação vividas no nosso dia a dia… Vale a pena conferir.

Fonte: Youtube


Corretor de Imóveis: Um Profissional provedor de soluções

 Por Sylvio Lindenberg

No seu dia-a-dia, os Corretores de Imóveis são procurados pelos clientes para encontrarem uma solução para os seus problemas, ligados ao mercado imobiliário. Esta situação gera uma grande ansiedade. O Profissional é pego de surpresa e, em curto espaço de tempo, tem que ter habilidade para dar uma resposta que satisfaça à curiosidade do cliente. O risco de apresentar uma sugestão que não atenda às necessidades e aos desejos do cliente é muito grande. Aquele que for mais intuitivo conseguirá apresentar uma solução, que poderá ser satisfatória. Outros, ao contrário, não desfrutam do mesmo sucesso. Por se sentirem inseguros, ficam bloqueados mentalmente, e o que é pior, demonstram a sensação de dificuldade em que se encontram. Não conseguindo entender a dificuldade do cliente e não conseguindo oferecer uma solução segura, o Corretor de Imóveis terá a sua credibilidade abalada e, certamente, o perderá. Tanto para a incorporadora, para o construtor, para a empresa corretora, para o cliente, como para o próprio Corretor de Imóveis esta é uma situação desastrosa, porque todos saem perdendo.
Se souber como proceder, ao apresentar soluções que atendam aos interesses dos seus clientes o Corretor de Imóveis obterá melhores resultados. Para tanto, o Profissional tem que ser criativo, explorando a sua volta todo o potencial existente, buscando continuamente a informação sobre tudo que o cerca e tendo a sensibilidade e curiosidade para descobrir o que se esconde nas aparências dos fatos, dos objetos e das pessoas. A criatividade é um potencial do ser humano a ser explorado a sua volta e dentro de si, constituindo um fator fundamental para sua comunicação.

Solução de problemas
O Corretor de Imóveis que se apresenta para resolver problemas, posiciona-se mais como um consultor, uma vez que ele satisfaz o interesse do cliente, com informações. Sua disposição de discutir o problema demonstra interesse, fortalecendo, assim, o seu relacionamento. Quando usa seus conhecimentos para ajudar um cliente, o Profissional não só o auxilia, mas também aproveita a oportunidade para criar um desejo por seu produto. Não é surpreendente, portanto, que a comparação entre corretores bem-sucedidos e outros com menos sucesso mostre que os bem-sucedidos se empenham significativamente mais na solução de problemas, durante seus contatos de vendas. Daí a importância de o Corretor de Imóveis ser um profissional especializado em saber gerar soluções, conhecido como “solution provider”.
Para se tornar um provedor de soluções, o Corretor de Imóveis precisa entender a complexidade que envolve o assunto “imóveis”. Quando o cliente desejar investir na compra de um imóvel, estará assumindo um papel que exercia nos primórdios, com a escolha da sua caverna e a demarcação do seu território. Outra variável importante, que nos remete a esta era e que hoje acontece, é com relação às outras pessoas que participam da decisão da escolha do cliente, ou seja, o “comitê de compra” que é criado informalmente. Antigamente, antes de serem ocupadas a caverna e a área, havia uma reunião entre os membros mais velhos. Hoje, o Corretor de Imóveis deve dar atenção não só ao cliente, mas também ao seu “comitê de compra”.  Muitos Profissionais perdem a possibilidade de ajudar o cliente a resolver o seu problema, por não saberem qual é o tempo que o cliente tem para decidir, situação esta, possível de ser conhecida, durante a entrevista. Assim, o Profissional começa a administrar o fator tempo, junto ao cliente. Outra variável importante a ser considerada são os valores monetários envolvidos, já que para muitos clientes, é o maior investimento da sua vida. Daí o medo e a demora da sua decisão. Se houver pressão, o cliente  refugia-se na sua zona de conforto e se desligará do assunto, por um tempo.

A primeira impressão é a que fica
Com uma boa abordagem, o Corretor de Imóveis estabelece confiança e credibilidade, antes de começar a discutir o problema com o cliente. É fácil persuadir alguém a fazer alguma coisa se essa pessoa tiver no Profissional uma fonte confiável de informações.
Para um Corretor de Imóveis, as primeiras impressões podem afetar a maneira como os clientes se manifestam durante todo o tempo de relacionamento. A primeira impressão baseia-se em vários sinais não verbais, como: olhar, sorriso, aparência geral e modo de vestir-se. Essas impressões auxiliam no estabelecimento da empatia.
Os poucos minutos decorridos entre a abordagem e o início da entrevista não garantem ao Corretor de Imóveis um relacionamento duradouro e seguro com o cliente. A oportunidade de aquele poder estar na presença de um cliente em potencial é preciosíssima. Sob hipótese alguma ele deverá descuidar-se. Ao contrário, procurar estender esse primeiro contato até serem desvendados e compreendidos os reais motivos que oportunizaram esse encontro é a sua tarefa, nesse instante. Na entrevista, o Profissional deverá estar atento, observando o cliente e cuidando as respostas que deste obtiver. A entrevista é concebida como uma conversação, oportunidade esta em que o Corretor de Imóveis deverá entender de forma clara qual é o problema do cliente, supondo-se que este esteja interessado em dizer a verdade, ao responder as perguntas formuladas.

Na demonstração, o imóvel fala por si
Discutido e definido claramente o problema, tanto para o cliente como para o Corretor de Imóveis, o próximo passo terá como ponto de partida uma sugestão de solução ou de um conjunto de alternativas que, realmente, satisfaçam às necessidades do cliente. Neste momento, o Corretor de Imóveis deverá saber argumentar a respeito de como as características do produto que está oferecendo irá beneficiar o cliente. A idéia proposta deve ser muito bem apresentada para que a sua sugestão possa ser aceita pelo cliente. Da mesma forma, o tom da conversa deverá envolver aspectos motivacionais capazes de gerar expectativas de deslumbramento e vontade de querer fazer, estimulando o cliente a levar a solução apresentada até o fim. O Corretor de Imóveis deverá falar a “língua dos benefícios” e saber prová-los. Deve-se deixar o cliente “abrir e fechar as portas e janelas”, pois agora, o imóvel falará por si.


Balneário Ganhará Centro de Eventos…

Com uma vocação clara e consolidada de pólo turístico do sul do Brasil, Balneário Camboriú explora muito bem a alta temporada com turistas de todo o Brasil e America do Sul.

 Criar novas possibilidades para otimização e utilização desta estrutura que na baixa temporada sofre com baixas taxas de ocupação é por certo uma preocupação recorrente entre as cabeças que pensam no futuro da região.

Uma a das alternativa é o turismo de eventos que preencheria muito bem esta lacuna.

Circulou a imprensa local que o governo do estado estará levando a público no próximo mês de agosto licitação para a construção do centro de eventos no local onde hoje existe o pavilhão da Santur.

Com certeza  a execução deste projeto trará outros investimentos para cidade, com o fluxo de pessoas aumentando, hotéis, restaurantes e uma gama imensa de outros serviços se beneficiarão.

O que prevê o projeto:

 – Área construída de 51 mil metros quadrados;

– Dois pavilhões de eventos com área total de 15,1 mil metros quadrados;
– Teatro para 1,4 mil pessoas com 12 camarotes;
– 27 salas de conferência com capacidade total para 2 mil pessoas;
– Praça de alimentação;
– Escola de Turismo;
– Restaurante Panorâmico


Dicas Básicas para Enfrentar Negociações Difíceis…

Existe uma história de um homem que deixou dezessete camelos para seus três filhos. Ele deixou metade dos camelos para o filho mais velho, um terço para o filho do meio e um nono para o filho mais novo. Os três tentaram fazer a divisão da he­rança, mas não conseguiram chegar a uma solução.

Os filhos pediram ajuda a uma velha sabia. Depois de estudar o problema, a sabia disse: “Vejam o que acontece se vocês pega­rem o meu camelo”. Assim os filhos ficaram com dezoito camelos.                                                                                                                                                                     O mais velho pegou a metade: nove. O filho do meio pegou um terço: seis. E o filho mais novo pegou um nono: dois. Nove com seis e mais dois é igual a dezessete. Sobrou um camelo, e eles o devolveram a sabia.                                                                                                            Todos nós já tivemos de enfrentar negociações difíceis com um chefe enfurecido, um cliente inflexível, um colega de trabalho ranzinza ou um adolescente insuportável. Sob pressão, mesmo pessoas simpáticas e sensatas podem transformar-se em pessoas intratáveis.   Nas próximas semanas, abordaremos dicas indispensáveis para que você possa examinar suas negociações por ângulos diferentes. Essas dicas foram retiradas de um dos maiores negociadores do mundo, William Ury diretor do curso de negociação em Harvard.  Tenho certeza que uma dessas dicas será seu décimo oitavo camelo!                                                                                                        

 Prof. Menegatti é palestrante em Vendas, Motivação e Liderança. Autor dos livros “Desperte Seu Potencial Emocional” e “Talento é fazer coisas comuns de forma extraordinária”. Dos DVD’s “Campeão de Vendas”, “O líder Influenciador” e “Desafios da Mudança”.   Contato para palestra: http://www.menegatti.srv.brpalestras@menegatti.srv.br  Siga-nos pelo Twitter: @profmenegatti e pelo Facebook: Profmenegatti


Que Fatores Valorizam ou Desvalorizam um Imóvel?

Os Arquitetos e Engenheiros certamente já se acostumaram a falar ou a escutar frases como “olha, coloque isto porque vai valorizar o imóvel” ou, ao contrário, “não faça isto pois desvaloriza seu imóvel”. Certamente que há fatores que valorizam ou desvalorizam um imóvel, mas uma receita que funciona em determinadas situações pode dar o resultado oposto em outras.

Os fatores que valorizam e desvalorizam um imóvel têm três fundamentos principais: custo, qualidade e utilidade. Não existe uma fórmula pronta para conjugar estes três fatores em fórmulas fixas, uma vez que a análise tem que ser feita não só pelos aspectos objetivos mas principalmente sob o ponto de vista social e econômico do público ao qual se destina cada imóvel.

O quesito localização tem sido tratado como primordial neste tipo de análise, pois serve para delimitar a região de interesse para aquisição do imóvel sendo fator determinante na escolha. Leva-se em conta a infra-estrutura da região, vizinhança, trânsito, vias de acesso, tendência de ocupação das áreas vizinhas, segurança e possibilidades de futuras reformas ou ampliações.

A análise da localização pode mudar o enfoque dentre as diferentes faixas de renda. Os menos providos de recursos buscam proximidade com hospitais e escolas públicas, além de facilidade de acesso ao transporte público. Já as camadas de renda mais alta procuram locais com menos violência e maior facilidade de acesso com automóvel particular.

Resolvidas estas questões básicas, começa-se então a analisar a questão do posicionamento do imóvel no local analisado. Começa-se então a pensar na possibilidade de ocorrerem invasões por desocupados ou movimentos sociais. Também é preciso verificar a questão de possíveis inundações, vizinhos na frente, fundos e na lateral, sem falar da altura, aeração, ventilação insolação, fatores de insalubridade e vista que se tem dos cômodos, se for uma área já construída.

Outras preocupações são a posição em relação ao sol nascente (para melhores condições de salubridade), a procura maior por apartamentos situados nos andares mais altos (pela vista), as lojas com frente para a via pública (pela movimentação) e os imóveis que possuem vista definitiva e atraente, como aqueles de frente para a praia ou praças arborizadas.

No que tange aos aspectos gerais do imóvel, a área é o fator determinante, cujo valor deverá ser sempre compatível com as necessidades do adquirente, devendo também ser considerada a divisão interna e adequação ao uso que se pretende dar ao prédio. Os materiais utilizados na estrutura devem ser avaliados quanto à sua durabilidade, facilidade de manutenção e de ampliacão futura. Os acabamentos devem ser duráveis, fáceis de limpar e de serem reparados. Um imóvel que utiliza uma cerâmica caríssima e feita sob encomenda certamente será mais caro de ser consertado do que um que utiliza pedras naturais encontráveis em qualquer loja especializada ou cerâmicas encontradas no comércio de azulejos antigos.

Fator imperativo de ser analisado é a facilidade de estacionamento. As vagas de garagem eram considerada dispensáveis em meados do século passado, mas hoje qualquer classe social precisa de espaços para deixar seus veículos, que se tornaram condição básica para um mínimo de conforto e condições de trabalho. Imóveis destinados às faixas de renda mais alta precisam de três ou mais vagas por unidade.

Os condominios-clube

Outro exemplo de fator a ser levado em conta refere-se à estrutura social e de lazer de um condomínio, que devem se adequar aos usos e necessidades dos usuários. É interessante possuir integração entre o salão de festas e a área de lazer, com espaços abertos que permitem maior versatilidade em sua utilização. Aliás, vêm se tornando comuns os chamados condominios-clube que contam com um setor completo de lazer, contendo não só os tradicionais piscinas e salão de jogos mas também sala de ginástica, espaço gourmet, churrasqueria, forno de pizza, salão de beleza, locadora de filmes, quitanda, mini-mercado, padaria e tudo o que as pessoas precisam em seu dia-a-dia.

Além destes fatores subjetivos (mas nem tanto) há outras questões intrínsecas que se referem aos aspectos construtivos. Estes exercem influência direta sobre o valor da edificação, com destaque para a depreciação física e funcional, devendo também ser objeto de análise o estado de conservação e existência de defeitos, condições das instalações elétrica, hidráulica e ar condicionada. Em tudo, deve-se avaliar a qualidade dos materiais e o emprego de novas tecnologias, não só no aspecto construtivo propriamente dito mas também na facilidade oferecida a instalação de novos sistemas como Internet, rede interna de computadores, redes sem fio (wireless) para notebook, salas de projeção, auditórios e circuito interno de TV

Evite personalizações

Finalmente, uma observação de caráter geral, destinada aos proprietários que venham a fazer reformas em um imóvel. Deve-se a todo custo evitar alterações de cunho pessoal, que o personalizem. Ao contrário, deve-se realizar apenas aquelas que melhorem sua funcionalidade à luz das expectativas e demandas do mercado.

Só como exemplo, suponhamos um proprietário que é louco por cavalos e decora seu apartamento de cobertura como se ele estivesse pronto a receber meia dúzia de mangalargas. Existe uma grande probabilidade de que um possível novo proprietário não goste de conviver com portas ao estilo do velho-oeste, lavatórios que lembrem um cocho e lustres que mais parecem uma sela. A redecoração necessária significa custos e estes serão abatidos do valor inicial do imóvel. Assim, sempre que for reformar um imóvel pense em como aquelas alterações seriam recebidas por um corretor de imóveis e como elas serão percebidas por um possível comprador.

Por Arq. Iberê M. Campos

Fonte: http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=33&Cod=70