Arquivo do mês: fevereiro 2012

Balneário Camboriú é a 2ª cidade mais vertical do Brasil

Município deve abrigar, a partir de 2016, o segundo maior prédio da America Latina.

 Três das dez cidades brasileiras mais verticalizadas são catarinenses. Estudo do Ibope Inteligência revela que Balneário Camboriú aparece em segundo lugar no ranking nacional, atrás apenas de Santos (SP), Florianópolis ocupa a sexta posição e São José, a nona.

 Campeã no Estado, Balneário também deverá abrigar, a partir de 2016, o segundo maior edifício da América do Sul, um projeto com 63 andares. Hoje, 57% dos imóveis da cidade são apartamentos – em Santos, o índice é de 63%.

 Com uma densidade demográfica 54,8% superior à da líder Santos, a cidade catarinense tem no tamanho de seu território o maior limitador para passar à primeira posição no ranking do Ibope. Mas projetos não faltam para elevar o índice. A Empresa Brasileira de Edificações (Embraed) prevê finalizar, até novembro do ano que vem, o Villa Serena Residence. Composto por duas torres com 46 andares cada uma, o maior empreendimento em construção da cidade fica na Rua 3706 e tem dois apartamentos por anda.

                                                                                                                                                                                                                                                                                                            Complementando a informação, a FG Empreendimentos que trabalha com imóveis classe “A” e “AA”, esta com um pré lançamento que é o INFINITY COAST,  na barra norte, com 66 pavimentos, 5000m² de área de lazer, 2 apartamentos por andar, 3 vagas de garagem, com vista definitiva de toda a orla de Balneário Camboriú. Com entrega prevista para setembro de 2017.

Com estes atributos e arrojo o INFINITY COAST se configura como o mais alto edifício do Brasil no balneários mais procurado do Sula

Na visão dos investidores balneário é sem dúvida o local onde as respostas aos seus investimentos alcançam os melhores resultados pois com rendimento médio mensal de 2,85% ao mês não encontra outro produto o serviço que ofereça tais índices.

 Fonte (1): http://revista.penseimoveis.com.br/especial/rs/editorial-imoveis/19,480,3479095,Balneario-Camboriu-e-a-2-cidade-mais-vertical-do-Brasil.html.

 Fonte (2) www.infodocorretor.com

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Negócios – Da Roça para os Arranha-Céus

Conheça Francisco e Jean Graciola, os construtores catarinenses que planejam o prédio mais alto do Brasil.

 Por Tatiana BAUTZER

O empresário Francisco Graciola lembra até hoje da metragem do salão de barbearia que abriu aos 18 anos em Blumenau, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina, para escapar da vida dura da roça. No salão alugado de dez metros quadrados, Graciola trabalhava como barbeiro durante o dia e dormia à noite. Quarenta e um anos depois, as contas ficaram mais difíceis para o dono da construtora FG Empreendimentos, sediada em Camboriú, o maior balneário do litoral catarinense. Só o filho mais velho Jean, 32 anos, que comanda a companhia, sabe exatamente a dimensão das obras da empresa no litoral catarinense. Em tempo: são 330,5 mil metros quadrados em construção. A bem-sucedida família Graciola não faz nenhuma questão de discrição.

O mais novo objetivo da FG, que deve faturar R$ 210 milhões neste ano e emprega dois mil funcionários, é construir o prédio mais alto do Brasil. Já aprovada pela prefeitura de Balneário Camboriú, conhecido pelo paredão de prédios que cria sombra sobre a sua principal praia durante as tardes, a torre Infinity Coast, de 66 andares, começa a ser construída em agosto. Com quase 240 metros de altura, terá uso misto entre residencial e comercial, com lojas e serviços no térreo. Cada apartamento de alto padrão custará R$ 1,6 milhão. Como os outros prédios da FG, o Infinity tem alguns toques de extravagância.Uma das marcas registradas é o logotipo em destaque no prédio, além de esculturas de dezenas de metros no topo dos edifícios, visíveis a quilômetros de distância. O Infinity terá um obelisco.

Também são comuns nos residenciais da construtora piscinas com quedas d’água próximas à entrada e detalhes em metal dourado. “Sinto prazer em fazer coisas bonitas e diferentes”, diz Francisco Graciola. Terceiro de 12 filhos de um plantador de arroz da área rural do município de Gaspar, nos arredores de Blumenau, Graciola decidiu ainda menino que queria trabalhar na cidade. De barbeiro, rapidamente tornou-se comerciante, arrendando uma lanchonete vizinha. Em alguns anos já era dono de uma rede de lanchonetes e padarias em Blumenau, e foi atraindo aos poucos os irmãos para tocar os diferentes negócios. Interessou-se por imóveis inicialmente para investir o que sobrava do lucro do comércio. A primeira experiência na construção foi a de um “predinho” de quatro andares, com apartamentos para alugar. 

Desde então, “seu Chico”, como é chamado pelos funcionários, não deixou mais a construção civil.Entre seus empreendimentos estão dois hotéis, o Fazzenda Park Hotel, em sua cidade natal, e o Vila Germânica, em Piratuba. A FG, criada há nove anos para construir nos terrenos que haviam sido comprados por Graciola no litoral, é a terceira incorporadora aberta pelo empresário. Nesse período, Graciola surfou na euforia imobiliária de  Camboriú, próxima ao porto de Itajaí. Aproveitando a valorização do banco de terrenos, a construtora focou em apartamentos de alto padrão, vendidos a empresários e investidores de todo o País. “Um terreno que valia R$ 5 milhões há cinco anos não sai por menos de R$ 30 milhões hoje”, diz Jean. O herdeiro, que trabalha com o pai desde a adolescência e abandonou a faculdade de administração de empresas, é um entusiasta dos prédios com mais de 200 metros de altura.

Além do Infinity, a FG planeja um outro edifício ainda maior, de 80 andares, cujo projeto está em elaboração. Para pesquisar soluções de arquitetura para esses empreendimentos, Jean e os arquitetos da construtora já foram ao Panamá, a diversas cidades chinesas e a Dubai, famosa pela edificação mais alta do planeta, o Burj Dubai, com 828 metros. Os prédios mais altos exigem técnicas de construção diferentes, com fundações mais profundas e uso de concreto mais resistente, em volumes bem maiores. Em meio à expectativa de uma maior exposição com os residenciais gigantescos, Jean está iniciando um plano de expansão na FG. A expectativa é elevar o faturamento em 35% anuais. Até agora, a gestão das obras no nicho de alto padrão tem sido conservadora: a empresa tem baixo endividamento e não vende praticamente nada de sua carteira de recebíveis, hoje em R$ 550 milhões.

O financiamento dos clientes por prazos de até 150 meses é feito com recursos próprios. A partir de agora, pretende começar a atuar no maior e mais disputado mercado de imóveis para a classe média. Criou uma nova marca, a Neo G, para construir apartamentos de até R$ 500 mil, e pretende usar um pouco mais de crédito bancário. “Hoje, 90% dos clientes são empresários e investidores, classe AA”, diz Jean Graciola. “Queremos que a classe média chegue a 40% da carteira.” A FG também está entrando no segmento de imóveis comerciais, buscando lucrar construindo imóveis de alto padrão para sediar as maiores empresas da região. Um segundo passo será a diversificação geográfica para outros polos de Santa Catarina, como Joinville, e Cutitiba, a capital paranaense.

Fonte : http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/78338_DA+ROCA+PARA+OS+ARRANHACEUS


Percepção – Por Falta Dela seu Negócio Pode Estar em Risco… Leia, vale a pena…

Circula nas redes sociais uma pesquisa feita pelo Washington Post sobre percepção e entre outras observações nos leva a perceber que o contexto o entorno entre outros fatores são itens que se não considerados com a devido cuidado fazem com que seu trabalho seja em vão.

Uma leitura necessária. Percepção.

Um homem sentou-se em uma estação de metro em Washington DC e começou a tocar violino; era uma fria manhã de Janeiro. Ele tocou 6 peças de Bach por aproximadamente 45 minutos. Durante esse tempo, considerando que era horário de pico, calcula-se que 1100 pessoas passaram pela estação, a maioria a caminho pro trabalho.

Três minutos se passaram, e um homem de meia-idade percebeu que um músico estava tocando. Ele diminuiu o passo, parou por alguns segundos, e então apressou-se a seus compromissos.
Um minuto depois, o violinista recebeu sua primeira gorjeta de 1 dólar: uma mulher arremessou o dinheiro na caixa e continuou a andar.
Alguns minutos depois, alguém encostou-se na parede para ouvi-lo, mas o homem olhou para seu relógio e voltou a andar. Obviamente ele estava atrasado para o trabalho.

O qual prestou mais atenção foi um garoto de 3 anos de idade. Sua mãe que o trazia, o apressou, mas o garoto parou pra olhar o violinista. Por fim, a mãe o empurrou fortemente, e a criança continuou a andar, virando sua cabeça a toda hora. Essa ação se repetiu por muitas outras crianças. Todos os pais, sem exceções, os forçaram a seguir andando.

Nos 45 minutos que o músico tocou, apenas 6 pessoas pararam e ficaram lá por um tempo. Aproximadamente 20 o deram dinheiro, mas continuaram a andar normalmente. Ele recebeu $32. Quando ele acabou de tocar, ninguém percebeu. Ninguém aplaudiu, tampouco houve algum reconhecimento.

Ninguém sabia disso, mas o violinista era Joshua Bell, um dos mais talentosos músicos do mundo. Ele acabara de tocar umas das peças mais difíceis já compostas, em um violino que valia $3,5 milhões de dólares.
Dois dias antes dele tocar no metrô, Joshua bell esgotou os ingressos em um teatro de Boston onde cada poltrona era aproximadamente $100.

Esta é uma história real. Joshua Bell tocou incógnito na estação de metrô, que foi organizado pelo Washington Post como parte de um experimento social sobre percepção, gosto, e prioridade das pessoas. O cabeçalho era: no ambiente comum em uma hora inapropriada: NÓS PERCEBEMOS A BELEZA ? NÓS PARAMOS PARA APRECIÁ-LA ? NÓS RECONHECEMOS TALENTO EM UM CONTEXTO INESPERADO ?

Uma das possíveis conclusões desse experimento poderia ser:
SE NÓS NÃO TEMOS TEMPO PARA PARAR E OUVIR UM DOS MELHORES MÚSICOS DO MUNDO TOCANDO ALGUMAS DAS MELHORES MÚSICAS JÁ COMPOSTAS, QUANTAS OUTRAS COISAS MAIS NÃO ESTAMOS PERDENDO ???


Balneario Camboriu ganhará nova passarela ligando a Barra Sul e a Barra

Cerimônia marca assinatura de autorização do início da obra da Passarela da Barra

 A ordem de serviço da obra, que custará mais de R$ 22 milhões, foi assinada esta semana pelo prefeito Edson PiriquitoA previsão é que a passarela esteja pronta em 10 meses, antes do próximo verão.

 O projeto prevê uma estrutura de 25 metros de altura, construída em concreto, aço e vidro. A passarela servirá como mirante, espaço para convivência e acesso para o mercado público e do peixe, que deverão ser construídos na Barra. Serão feitas duas torres de acesso nas extremidades, com dois elevadores cada e espaço para instalação de dois restaurantes, um de cada lado.

A nova estrutura terá 190 metros de comprimento – 116 de vão livre – e será suspensa por estaios, o que garantirá a navegabilidade do Rio Camboriú e a manutenção do turismo náutico no local.

A responsável pela execução é a empresa Helpcon Construções e Projetos, de Joinville, que venceu a licitação em dezembro do ano passado. A obra conta com recursos da Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc).

Além de fomentar o turismo, a expectativa é que, com a nova estrutura, os moradores da Barra – bairro histórico de Balneário Camboriú – tenham facilitado o acesso à área central da cidade. Hoje, a travessia do Rio Camboriú ocorre através de balsas para pedestres, que encerram as atividades à meia-noite.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/itajai/2012/01/19/passarela-ligara-barra-ao-centro-de-balneario-camboriu/?topo=77,2,18


A Arte de Criar Valor para o Cliente

A percepção de valor nem sempre se da simplesmente pelos olhos do cliente, nesta montagem de cenário entram atores que são pressupostos básicos em qualquer mercado. Qualidade, comunicação e produtos adequados devem fazer parte do jogo inicial. Daí pra frente a competência das empresas em colocar a frente de seus clientes profissionais de vendas competentes com sensibilidade suficiente para trabalhar com conceito de valor agregado faz a diferença.

O corretor de imóveis preocupado com seus resultados deve saber entender os sinais de seus clientes e oferecer produtos adequados, valendo-se de suas competências para trabalhar com objeções e mostrar de forma inequívoca o valor do seu produto.

A vontade de obter o produto muitas vezes cai na dúvida que, se naquele momento ela não se mostra além da realidade e possibilidade. Neste momento cabe ao profissional mostrar ao cliente que tudo o que se oferece irá lhe trazer vantagens.

Ao profissional, a vontade de vender deve ter base na realidade de que no momento seguinte o cliente terá a sensação de que comprou algo de valor.

HSM Online

Criação de valor parece ser a expressão do momento: é dita em toda parte, por todo tipo de profissional, sobre quase todo tipo de serviço. “Não basta vender, nós precisamos entregar valor para o cliente” ou “Não podemos mais vender apenas o produto, precisamos vender valor”.

Entretanto, antes de partir para a ação, mudar a missão da empresa e escrever o discurso, é preciso compreender que a visão do cliente sobre o que é valor mudou bastante nos últimos anos. Hoje, ele não está apenas em busca de preços mais baixos. Quer também qualidade, e por um preço acessível.

Em outubro desse ano, o professor Neil Rackham esteve no Brasil para apresentar o Seminário Internacional sobre Inovação em Vendas, pela HSM, e falou sobre o assunto.

Mundialmente conhecido como mestre na aplicação de modelos estratégicos em Gestão de Vendas, Rackham explicou que “valor é algo pelo qual o cliente está disposto a pagar. É o cliente quem determina o valor, não o produto”. “Se o benefício é mais alto que o custo, eu recebi valor.” Assim o comprador classifica os fornecedores de acordo com a importância estratégica do produto ou serviço em questão. Quanto mais alta for essa importância, maior o vínculo entre o cliente e sua empresa.

E mais ainda: se for muito difícil encontrar uma empresa similar para fornecer o mesmo produto ou serviço, o cliente procurará firmar uma parceria com o vendedor, que passa a ser visto como um parceiro de negócios.

Para se chegar a esse resultado, considerado o ideal pela maioria das empresas, as áreas de vendas e marketing precisam trabalhar em sinergia. As vendas podem chegar a um limite quando existem diversos similares no mercado. Nessa hora, é a maneira com que o produto é oferecido e a relação que se estabelece com o cliente que fará a diferença.

Diversos segmentos – como o de equipamentos hospitalares, por exemplo – tem investido em profissionais de vendas com profundos conhecimentos sobre o produto e o negócio. “O vendedor não pode mais ser uma ‘brochura falante’“, aconselha Rackham. “Não se trata mais de simples persuasão, o vendedor precisa agregar tanto valor quanto o produto, resolver problemas, usar a criatividade”.

Aliás, embora pareça óbvio, “resolver problemas” continua sendo uma dificuldade para muitos vendedores. Não porque eles não consigam encontrar uma solução, mas porque simplesmente não ouvem. O pai da gestão moderna, Peter Drucker, dizia que um dos segredos do crescimento é saber ouvir. Quando os clientes lhe faziam perguntas, ele respondia: “Não, eu quero ouvir você, saber quais são seus problemas”.

Portanto, ouça muito, avalie o ambiente de negócios do seu cliente, conheça sua cultura e só então comece a fazer perguntas.

O que cria valor?
De acordo com Rackham, que realizou uma grande pesquisa com 1100 compradores, a coisa mais poderosa que um vendedor pode entregar, em termos de criação de valor, é a mudança de direção estratégica para a empresa. “Mas isso é muito raro de acontecer”, pondera o especialista.

Em segundo lugar ficaram a resolução de problemas e o desenvolvimento de soluções customizadas. Esses itens foram classificados por Rackham como as principais funções do vendedor. “Bons vendedores conhecem muito sobre o negócio (e não só sobre o produto)”. Como se percebe, são todos artigos intangíveis, mas que podem afetar drasticamente os resultados do cliente.

Vendas x marketing
Muitos ainda encaram com ceticismo a sugestão de unir as forças dos dois departamentos – vendas e marketing – na busca pelo sucesso dos negócios. “Nós traçamos a estratégia, mas a força de vendas não segue o planejamento”, diz o marketing. “O departamento de marketing desconhece as nossas dificuldades e as metas que precisamos atingir”, afirma a força de vendas.

Porém, o mercado já deixou clara a tendência para os próximos anos. “A maioria das competências necessárias para o sucesso em vendas tradicionais encontra-se hoje em marketing”, ensina o especialista. Rackham recorda que um dos papéis de marketing é selecionar as oportunidades certas para a área de vendas e criar as ferramentas para cada etapa do processo de decisão do cliente. São elas:

• Reconhecimento da necessidade: o papel do fornecedor é ajudar a identificar seus próprios problemas.
• Avaliação: o objetivo é mostrar como a solução é melhor do que a da concorrência, apresentando propostas superiores.
• Resolução de preocupações: as ferramentas são de redução de risco e eliminação das barreiras à compra, como um testemunho de sucesso ou uma reunião com um cliente já satisfeito.
• Negociação: o objetivo é chegar aos melhores preços e condições possíveis, e as ferramentas de precificação são importantes.

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Fonte: http://www.hsm.com.br/artigos/arte-de-criar-valor-para-o-cliente