Arquivo do mês: março 2012

Estratégia… Guarde as Informações dos seus Clientes a Sete Chaves…

O vazamento de informações dos dados pessoais de 12 milhões de estudantes cadastrados no Enem, tiveram informações como nome, RG, CPF, data de nascimento e nome da mãe expostos em links abertos no site. Um banco de dados como esse é um prato cheio para a ação de criminosos.  Depois do vazamento, erros de impressão, gabarito e roubo de provas mostram total vulnerabilidade do sistema.

O Facebook em 2006 provocou a revolta do público depois de anunciar um recurso, um “feed de notícias: que muitos de seus membros interpretavam como uma grande invasão de privacidade. Dezenas de milhares de usuários aderiram a um abaixo-assinado on-line chamado “Um dia sem Facebook””.

Todo esse alvoroço resultou em milhares de histórias negativas nos noticiários. Mas o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, soube lidar direitinho com a crise. Ele prestou bastante atenção aos comentários dos usuários e em dois dias publicou um pedido de desculpas bastante sincero, mostrando aos usuários do Facebook que tinha levado suas reclamações a sério e que estava fazendo as modificações solicitadas.

Ele escreveu: “Realmente fizemos besteira… Então, estamos programando sem parar há dois dias para proporcionar a vocês melhor controle na privacidade. Essa nova página de privacidade irá permitir que vocês escolham que tipos de novidades aparecerão no seu Mini-Feed e no News Feeds de seus amigos, e também irá listar o tipo de atividade que o Facebook não irá permitir ser visível a outras pessoas. Se vocês tiverem mais comentários, por favor, enviem para nós”.

Quase que imediatamente, a maré da Comunicação Gerada pelo Cliente se voltou a seu favor e as postagens raivosas foram substituídas por mensagens de gratidão.

Prof. Menegatti: é palestrante em Vendas, motivação e liderança. Autor do Livro “Talento é fazer coisas comuns de forma extraordinária”, dos DVDs “Campeão de Vendas” “Líder Influenciador” e “Administração de Conflitos”.

Contato para palestra: http://www.menegatti.srv.br / palestrante@menegatti.srv.br  Fone:  (41) 3342.9562  /  9942.5150

Siga-nos: Twitter: @profmenegatti  —  Facebook: ProfMenegatti


Negociação…

 

 

 

 

 

Apresente uma proposta… (Parte I)

Thomas Edison inventou um registrador de preços “universal” um mecanismo utilizado por muitas corretoras de ações. Quando Edison ofereceu o seu aparelho pela primeira vez, ele adicionou o tempo e o esforço que havia dedicado à invenção e acabou concluindo que ele merecia US$ 5.000 pelo trabalho. Estava decidido a solicitar esse valor, apesar de saber que aceitaria US$ 3.000.

Quando o presidente da Telegraph Company veio para negociar, Edison estava a ponto de dizer o seu preço. Mas ele não conseguia, disse que “não tinha coragem de pedir uma quantia tão grande”. Edison pediu então que lhe fizesse uma oferta. Ele ofereceu US$ 40.000. Edison disse que achava “Justa” a quantia.

Muitos dizem que quanto mais alta for a sua oferta inicial, melhor será. Porém, se o cliente percebe a sua oferta como irreal, ela se torna contraproducente; você pode perder a credibilidade e parecer irracional e o cliente pode simplesmente concluir que não quer mais fazer negócio com você e sair da negociação prematuramente.

Quando você não tem certeza a respeito do preço que o outro lado aceitaria como equivalente, considere a possibilidade de fazer uma oferta flexível.

Justifique sua proposta… (Parte II)

Apesar desse exemplo de Thomas Edison, é bom lembrar que quando se tem informações, considerar seriamente a possibilidade de fazer a primeira oferta é fundamental.

A implicação óbvia: você precisa estar preparado para justificar o preço que está pedindo. As pessoas têm maior probabilidade de cederem ao seu pedido se você oferecer uma explicação plausível, em vez de simplesmente pronunciar um número.

De fato, o “porquê” que se segue ao número pronunciado tem um papel psicológico muito importante, um motivo, qualquer motivo, ajuda.

Um estudo realizado em uma biblioteca fazia com que uma pessoa abordasse outras pessoas que estavam em uma grande fila para fazer cópias. Quando essa pessoa dizia: “com licença, eu tenho cinco páginas. Posso usar a copiadora?”, 60% das pessoas concordavam.

Quando a pessoa deu um motivo “com licença, eu tenho cinco páginas. Posso usar a copiadora, porque estou com pressa?”, a aceitação do pedido subiu para 94%.

É claro que argumentos plausíveis tendem a funcionar muito melhor que argumentos fantasiosos, porém ambos funcionam melhor que simplesmente jogar um número na mesa.

Escute o cliente… ( Parte III)

Nas negociações aprendemos escutando e observando. Raramente aprendemos quando estamos falando. Especialistas em vendas dizem que a maior parte dos vendedores fala 80% do tempo e escuta somente 20% do tempo. É difícil escutar enquanto se está falando, por isso os vendedores mais eficientes escutam 80% e falam somente 20%.

Mesmo quando o outro lado está falando, você tende a se concentrar na próxima coisa que vai falar. Assim, escutar de verdade exige um esforço adicional. Veja essas dicas:

Escuta ativa: a escuta ativa, na qual você devolve para o outro lado o que ele(a) acabou de dizer, ajuda você diminuir o processamento e a concentrar a sua atenção no que o cliente está dizendo.

A repetição do que você ouviu usando outras palavras, seguida de uma pausa, muitas vezes oferece a possibilidade do outro lado ampliar o ponto em questão, e compartilhar mais das motivações envolvidas. Se você ficar testando o seu entendimento e compreensão, eles saberão que você está escutando.

Faça perguntas abertas. Em muitos casos, as perguntas mais eficazes são perguntas abertas. Por exemplo:

Por quê?

Por que não?

Como funcionaria, segundo seu ponto de vista?

Que tipo de problemas essa situação criaria para você?

Depois de perguntar, escute de verdade. Quando você começa a fazer propostas, escute as objeções que aparecem. Essas objeções podem lançar luz em interesses que não tinham aparecido anteriormente, e que não estão refletidas nas suas propostas.

Traga um ouvinte Quando você negocia em equipe é útil incluir uma pessoas como ouvinte, alguém que escute cuidadosamente, sem falar, e que tome notas.

 

Prof. Menegatti: é palestrante em Vendas, motivação e liderança. Autor do Livro “Talento é fazer coisas comuns de forma extraordinária”, dos DVDs “Campeão de Vendas” “Líder Influenciador” e “Administração de Conflitos”.

Contato para palestra: http://www.menegatti.srv.br / palestrante@menegatti.srv.br  Fone:  (41) 3342.9562  /  9942.5150

Siga-nos: Twitter: @profmenegatti  —  Facebook: ProfMenegatti



TREINAMENTO: A ALTERNATIVA QUE AJUDA AUMENTAR A VELOCIDADE DE VENDAS DE IMÓVEIS

Sylvio Lindenberg

O mercado imobiliário em desaceleração

Com o ambiente incerto da economia mundial, a indústria da construção civil do país fechou o ano de 2011 com queda no nível de atividade, tendo ficado abaixo do esperado. As últimas pesquisas do setor mostram que está ocorrendo redução de pessoal ocupado na construção, motivada pelo recuo dos investimentos.

Observa-se que o setor atingiu um novo patamar de atividade, com ritmo de crescimento mais moderado. Por conseguinte, as grandes incorporadoras e construtoras projetam revisar para baixo suas metas de lançamentos e vendas, em função da velocidade de vendas, que diminuiu em  2011.

Com o cenário econômico nebuloso, os compradores já não se sentem muito motivados a assumir dívidas para fazer a compra financiada de um imóvel. Percebe-se que, apesar do aumento da renda do brasileiro, está ocorrendo certa cautela por parte dos clientes compradores. Os interessados em adquirir casas ou apartamentos têm demonstrado mais tempo para formalizar as transações. Eles estão estudando melhor as possibilidades de financiamento e pesquisando preços. A cautela pode ser explicada pelo medo da volta da inflação com a consequente redução do poder de compra das famílias.

Por outro lado, constata-se que os impactos da desaceleração da economia ainda não estão sendo sentidos por todos. Além do mais, o mercado apresenta um grande déficit habitacional; existe capacidade de produção e disponibilidade de crédito Acresce-se a estes fatores a tendência de estabilização dos preços dos imóveis.

Como o treinamento leva a aumentar a velocidade de venda de imóveis.           A realidade econômica que o País começa a vivenciar no presente ano impõe uma nova dinâmica de trabalho, tanto para os corretores de imóveis como para as empresas que comercializam imóveis novos e usados. Ambos devem revisar os seus procedimentos de vendas.

É hora de realizar uma profunda e ponderada reflexão: “O que  fazer para se adequar à nova realidade do mercado imobiliário e obter sucesso nas vendas de imóveis?”.

Como resposta à questão, percebe-se que os corretores de imóveis, assim como as empresas que comercializam imóveis novos e usados, devem refletir sobre um a nova estratégia de ação. Uma delas, que demonstra ser rápida na sua execução, com a possibilidade de se obter bons resultados práticos e econômicos e com uma relação custo-benefício altamente vantajosa, é a de qualificar mais e melhor os corretores de imóveis.

 SYLVIO LINDENBERG – Atua no mercado imobiliário, há mais de 29 anos como corretor de imóveis e consultor de empresas do Ramo Imobiliário. Ministra cursos  in company, planeja e realiza

convenções de vendas, prepara corretores de imóveis para a comercialização de empreendimentos imobiliários em lançamento (imóveis novos) e/ou imóveis avulsos (usados ou semi novos). Realiza trabalhos de  coaching, entre outras atividades ligadas a área de venda de  imóveis. Escreve artigos para  diversas revistas, newsletters e sites. Autor dos livros:

Venda de Imóveis: Um Ato de Negociação. Porto Alegre: Editora Sagra, 1990,

Guia Prático do Corretor de Imóveis: Fundamentos e Técnicas. São Paulo: Editora Atlas, 2006  – 9ª tiragem, http://www.editoraatlas.com.br, Negociação e Processo Decisório.

Curitiba: IESDE, 2007, livros que tratam especificamente sobre venda de imóveis, assunto de escassa bibliografia no Brasil.

http://www.sylviolindenberg.com.br

E-mail slindenberg@terra.com.br


Revista Forbes diz que Balneário Camboriú terá casas noturnas da famosa ilha de Ibiza

A edição de 27 de fevereiro da Revista Forbes americana anunciou com destaque que o polo da música eletrônica do Brasil está em Santa Catarina, especialmente em Balneário Camboriú. Ainda segundo a publicação, esse fato levou empresas estrangeiras a virarem suas antenas para o país. O fato também virou assunto de reportagem do jornal O Estado de São Paulo, que disse na última segunda-feira (5), que essa tendência levou “O Space Ibiza, uma das maiores boates da badalada ilha espanhola, a procurar um sócio brasileiro para abrir franquia na cidade”.

O Estadão diz ainda que a onda da música eletrônica se espalha para um raio de 150 quilômetros e inclui também Florianópolis, Blumenau, Itajaí e Camboriú, “região que ganhou o apelido de Ibiza brasileira. Há cerca de 50 clubes, alguns com capacidade para até 10 mil pessoas”, descreve a jornalista Lilian Cunha, que assina a matéria no jornal paulistano.

O empreendimento brasileiro dos espanhóis será chamado de Space B, a primeira das Américas (outras franquias estão em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos e no Egito). A casa projetada para Balneário Camboriú é dimensionada para receber até 10 mil pessoas.  “A região tem tudo o que é preciso para um bom negócio do gênero: belezas naturais que atraem turistas e cultura de vida noturna”, diz Herlon Hamm, representante brasileiro do clube de Ibiza.

Na leva do Space B, outros dois clubes espanhóis ensaiam desembarcar em Balneário Camboriú: Privilége e Amnesia, também de Ibiza. Calcula-se que em 2011 foram pagos a essas casas noturnas no Brasil, pelo menos, R$ 460 milhões em patrocínios por destilarias e fabricantes de energéticos. Balneário Camboriú funciona como um dos maiores polos indutores do turismo do Brasil.

Mais que temporadas de praias e hotéis lotados no verão, eventos dessa natureza o ano todo, devem movimentar toda a cadeia do setor gerando, sobretudo, sustentabilidade com geração de emprego e aumento da renda.

A música eletrônica tornou-se um negócio com 19,5 milhões de consumidores só no Brasil, onde já movimenta R$ 2,5 bilhões ao ano, segundo levantamento da Rio Music Conference (RMC), maior feira de negócios do setor na América Latina. A conta inclui ingressos nas casas noturnas, cachês pagos à DJs, patrocínios, entre outros.

Fonte: http://www.balneariocamboriu.sc.gov.br/imprensa/noticia.cfm?codigo=9521


Conheça os Efeitos da Copa e da Olimpíada na Economia dos Países

A realização de grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo ou os Jogos Olímpicos é um desejo de muitos países, mas esse sonho precisa ser acompanhado de uma grande estratégia que envolva não só o setor público, mas também parcerias em diversas áreas para que o sonho não se transforme rapidamente em um pesadelo com um alto custo que se arrastará por muitos anos, comprometendo as contas públicas e reduzindo a capacidade de investimentos futuros em setores essenciais.

 Tragédia grega’ não afeta bom momento do Brasil

 São Paulo espera mais de R$ 1 bi com abertura da Copa na cidade

Entre os exemplos bem sucedidos destacam-se os Estados Unidos, com os Jogos Olímpicos de 1984, em Los Angeles, e em Atlanta 1996, além da Espanha que sediou o evento em 1992. Ambos os países conseguiram ganhos econômicos como saldo da realização desse evento esportivo.

No caso da Copa do Mundo, a Alemanha em 2006, e novamente os Estados Unidos em 1994, são os melhores exemplos de sucesso…

Veja matéria completa no site IG/Economia:

http://economia.ig.com.br/conheca-os-efeitos-da-copa-e-da-olimpiada-na-economia-dos-paises/n1597563440108.html


Balneário Camboriú, Um Mercado Único e Cheio de Novas Possibilidades… Cheio de novos projetos.

Assim é Balneário Camboriú, quando pensamos que nada mais tem a acontecer, novos projetos surgem dando uma nova cara a este paraíso que desde a muito tempo é o mais badalado balneário do sul do pais.

Como se não bastasse tudo o que hoje oferece novos projetos estão sendo preparados para colocar balneário no cenário e nas rotas do turismo internacional.

Veja matéria no link abaixo:

Fonte: IG

Link: http://economia.ig.com.br/empresas/exreis-do-xsalada-constroem-predios-mais-altos-do-pais/n1597650911065.html