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Corretor de imóveis: 5 segredos para sua venda ser um sucesso

3 dicasNormalmente, quando escutamos a palavra segredo, logo remetemos a algo que não pode ser revelado, afinal, ao revelá-lo, ele deixa de ser um segredo e perde sua essência. Então, você pode se perguntar: por que escrever um artigo falando de segredos?

Porque muito mais do que algo que deve ficar escondido, hoje trago informações valiosas. Segredos que, pela sua força, são considerados imprescindíveis  para o sucesso do fechamento da venda para o corretor de imóveis.

É muito comum, na hora do atendimento, enfatizarmos apenas a apresentação do imóvel e deixarmos o fechamento para segundo plano. Um grande erro! Perdi muitas vendas por causa desta atitude.

E como acredito que conhecimento é uma coisa que quanto mais a gente compartilha, mais a gente adquire, uma vez que acabamos aprendendo também com as experiências do outro, apresento os cinco segredos que podem transformar seus atendimentos em fechamentos triunfais.

Desvende agora os segredos do sucesso no fechamento da venda do imóvel.

1. Valorize os questionamentos

Coloque-se no lugar do cliente agora. Você entra em uma loja e pergunta o preço de um produto sem estar com alguma intenção de compra? Provavelmente não. Com o seu cliente acontece a mesma coisa. Se ele pergunta sobre formas de pagamento, condições de financiamento entre outras dúvidas, pode ter certeza, ele está pronto para fechar o negócio.

Portanto, valorize os questionamentos e não se incomode com a quantidade de perguntas que o cliente fizer. Responda a todas com presteza e simpatia, pois hoje, em função da escassez de tempo, nenhum cliente fica fazendo perguntas se não houver um interesse sincero de efetivar a compra. Este é um sinal que o cliente dá para que o corretor evolua no atendimento.

Um exemplo claro deste sinal:
Cliente: Você acha que posso dividir esta entrada em três vezes?
Corretor: O senhor quer pagar em três vezes?
E aqui já começamos a desvendar nosso segundo segredo. Acompanhe:

2. Valide o desejo do seu cliente

No exemplo anterior, quando o cliente pergunta sobre a forma de pagamento, devemos devolver a pergunta conforme foi apresentada. Dessa forma, provocamos o envolvimento e geramos o comprometimento da compra do imóvel.

Perceba que, muitas vezes, no ímpeto de fazer o fechamento, acabamos entrando em um processo automático e  criamos, inconscientemente, as armadilhas que prolongam um fechamento. Estar atento ao que cliente fala, seja com palavras ou com o corpo, é fundamental para o corretor aproveitar os “gatilhos” que o próprio cliente oferece e assim, caminhar mais assertivamente para o fechamento da venda.

3. Transfira o domínio

A chance de consolidar uma venda aumenta, exponencialmente, quando temos uma experiência com o produto. Um exemplo que ilustra bem isso é a compra de um carro. Depois de o vendedor explicar todas as vantagens do automóvel, o cliente é convidado a fazer um teste drive. Tudo o que ele ouviu é transformado em ato concreto, ou seja, na experiência de dirigir e isso influencia muito na decisão de compra.

E no mercado imobiliário não é diferente. Uma forma de transformar informações em experiências é “transferindo o domínio” para o cliente. Como fazer isso se o cliente não pode pegar uma chave e “dirigir o imóvel”?

Eu costumava deixar o cliente sozinho por alguns instantes. Ou dizia que precisava pegar algo no carro, ou deixava claro que julgava importante deixá-lo mais à vontade para “experimentar” o imóvel. A forma de fazer isso variava de acordo com cada situação.

Transfira o domínio, faça com que o cliente se imagine já morando no imóvel.

Transmitir o domínio para o cliente é deixá-lo assimilar todas as informações passadas ao ponto dele se imaginar já morando no imóvel, planejando a decoração, pensando em como seria receber a família e os amigos. E isso só acontece quando damos a oportunidade dele ficar um pouco sozinho no imóvel.

Se o cliente estiver com a família, este segredo é ainda mais forte, pois o corretor poderá possibilitar um tempo para a conversa, para a troca de impressões entre os maiores interessados no imóvel.

Acredite, a venda é potencializada quando transferimos o domínio para o cliente. Você duvida disso? Faça um teste. Vá a duas concessionárias diferentes. Em uma, faça o teste drive e em outra, fique só com as informações do vendedor. Depois me conte em qual das duas você fecharia o negócio: na que você teve um “domínio” ou na outra em que ficou com uma “experiência” comum, convencional.

4. Qualifique o seu cliente

Este segredo é muito forte e pode trazer um resultado inestimável para o seu atendimento.

A ansiedade pela venda, muitas vezes, torna o corretor insensível diante do momento do cliente, o que acarreta uma pressão pelo fechamento da venda.

Todavia, é necessário perceber que, apesar do desejo de comprar o imóvel, o cliente, motivado por uma série de fatores, sobretudo pelas condições de pagamento, vive também um processo de indecisão.

Então, nesta hora, ao invés de pressioná-lo, o corretor deve qualificá-lo. Um exemplo: gere uma parcela para o cliente e pergunte.

– Daqui a um ano o senhor se imagina ganhando o mesmo que ganha hoje?

É provável que o cliente responda não, afinal, as pessoas desejam uma evolução constante e preveem que ganharão mais em um ano. Portanto, qualificar o cliente é inspirá-lo a fechar o negócio, provocá-lo a vencer os medos e inseguranças, encorajando-o a seguir em frente, enfatizando que ele terá a capacidade de honrar com os compromissos assumidos ao projetar o futuro promissor que ele deseja.

Usei esta estratégia em diferentes situações e o resultado foi impressionante.

5. Tenha coragem

Este último é muito mais que um segredo, é um desafio que o corretor de imóveis precisa assumir para alcançar o sucesso.

Sei que muitos de vocês podem até pensar que isso tudo que falei até aqui não vai dar certo. Muitos colegas corretores diziam isso pra mim, afinal, colocar estes segredos em prática não é fácil.

É exatamente por isso que o nosso quinto segredo é a coragem. A coragem de inovar, de desafiar-se, de tentar, de agir e de ousar. Durante muito tempo resisti a aplicar estes cinco segredos, pois era mais fácil tentar encontrar uma desculpa ou transferir para o cliente ou para o próprio mercado a explicação para os baixos resultados no fechamento.

Porém, a partir do momento em que coloquei estes segredos em prática, vi os meus fechamentos decolarem, alcançando não só um resultado positivo para mim, mas principalmente, a felicidade do cliente.

Não tenha dúvidas, estes segredos aqui revelados e praticados irão transformar a sua carreira. Incorpore-os em seu dia a dia, aprimore-os e compartilhe os resultados com a gente. Quebre as regras e tenha muito mais sucesso.

http://www.guilhermemachado.com/corretor-de-imoveis-3-dicas-para-arrebentar-na-apresentacao-do-imovel/

 

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O Poder de Cada Um

By Eugenio Mussak

Quais são as características que podem nos aproximar ou nos afastar daquilo que almejamos.Eugenio Mussak

Em um recente debate do qual participei em uma escola de negócios, o assunto era a origem do poder. A dúvida central era se o poder, afinal, pertence à pessoa ou ao cargo que ela ocupa. A conclusão foi que, nas corporações e na política, o poder emana do cargo, mas que este foi ocupado porque a pessoa apresentava suas próprias características de poder pessoal, humano.

Quando se falou da origem e das relações do poder, alguém lembrou Marx, um dos precursores da sociologia. Para ele, o grande poder vem do capital financeiro, e as mazelas da sociedade se deviam ao fato de que o mesmo estava concentrado nas mãos de poucos, os poderosos, donos dos meios de produção, que exploravam o pouco que a massa tinha para oferecer – sua capacidade de trabalho. Tinha razão, naquele contexto da Europa do século 19.

Atualmente, esse tipo de capital continua importante, mas já não é absoluto, pois surgiram novas modalidades de capital que dão poder a seus detentores. Para entender, cabe lembrar de outro bamba da sociologia, o francês Pierre Bourdieu, falecido em 2002, aos 72 anos, dono de uma obra complexa e, até certo ponto, hermética aos não iniciados na matéria.

Foi ele o primeiro a se referir de forma estruturada ao aparecimento de novos capitais, que seriam responsáveis pelas novas relações de poder. Sua visão é que cada um de nós acumula certos capitais durante a vida, e são eles que nos permitem competir e ocupar espaço nos ambientes – ou campos – em que vivemos.

Bourdieu dizia que todos nós habitamos um ou mais espaços sociais particulares, que ele chamou de campos. A sociedade seria constituída por diversos campos, entre eles o cultural, o educacional, o científico, o empresarial, cada um composto por elementos simbólicos próprios. Para podermos viver nesses campos, e para convivermos com seus habitantes, precisaríamos estar familiarizados com seus componentes simbólicos.

Até aí, tudo bem. Só que ele foi além, pois às vezes não queremos só conviver, queremos ocupar espaços, influenciar, ser protagonistas. Nesse caso, não seria suficiente entender os hábitos, teríamos que acumular alguns tipos de capital, cujo valor confere algum poder. E, na análise de Bourdieu, existem três tipos de capital, que permitem à pessoa manifestar-se, competir e ocupar posições significativas em seu campo: o capital econômico, o capital cultural e o capital social.

A força dos capitais

O capital econômico se refere ao dinheiro, ao poder de compra, ao crédito e à capacidade de ganhar que a pessoa tem. O capital econômico é o que mais se identifica com o conceito clássico de capital. O próprio capitalismo refere-se a um sistema político e econômico, em que os meios de produção são de caráter privado e visam à geração de mais riqueza econômica aos seus proprietários. Marx teria gostado deste parágrafo. Mas, para Bourdieu, esse capital não é o único, nem sobrevive sem os outros.

O capital cultural, na atualidade, é importantíssimo como gerador de poder. Ele poderia também ser chamado de conhecimento, entretanto é mais abrangente que isso, pois é constituído pelos saberes próprios e significativos a cada campo, mas acrescidos de outros, de caráter genérico, como os culturais. Além de qualificações educacionais, conhecimentos técnicos e competências específicas, necessárias à prática de uma profissão, os conhecimentos adquiridos através da apreciação da arte, da literatura geral e das viagens realizadas também comporiam o capital cultural da pessoa.

Por último, o capital social. Este tem a ver com a rede de relacionamentos. Mais que ter amigos e conhecidos, o capital social a que Bourdieu se referia está mais próximo do que hoje convencionamos chamar de net­wor­king, algo valorizado no mundo acadêmico e também no empresarial. Há pessoas cujo maior patrimônio é sua agenda de contatos. Eles sabem com quem falar em cada situação, a quem recorrer nas dificuldades. O capital social vale muito.

Pense bem como andam seus capitais, afinal. Quanto a mim, o econômico está sob controle, pelo menos as contas estão pagas. O cultural, este podia ser maior, sempre. O social está bem, mas precisa ser mais bem cuidado, acho. Essa é uma reflexão pertinente na atualidade, e que deve ser feita repetidamente, pois tudo muda, e nós sempre somos comparados à média dos grupos (ou campos) a que pertencemos. Estar muito bem posicionado em um ano não garante o mesmo status no ano seguinte. Tudo flui, diria Heráclito.

O quarto capital

Mas há uma novidade no vocabulário sociologuês. Recentemente, a cientista social inglesa Catherine Hakim, especialista em sociologia do trabalho, o que inclui análises sobre as atitudes sociais e as relações de poder, publicou um livro que tem sabor de pimenta-malagueta, aliás muito apreciada na terra da rainha. A crítica o recebeu com algum espanto; no mínimo, foi rotulado de “provocador”. Seu título é… Capital Erótico (Best Business, 2012).

Sua proposta é a de que esse capital pessoal, que ela chama de erótico, tem o mesmo potencial de gerar poder que os outros três. Diz ela que criou o termo para “aludir a uma obscura, porém crucial, combinação de beleza, sex appeal, capacidade de apresentação pessoal e habilidades sociais – uma união de atributos físicos e sociais que torna alguns homens e mulheres mais atraentes para os membros de sua sociedade”.

Catherine afirma que as sociedades modernas estão cada vez mais individualistas e sexualizadas, e que as pessoas devem dar-se conta de que são avaliadas não apenas pelo que podem fazer pelo coletivo – o que dependeria especialmente de seu capital cultural -, mas também o quanto de apreciação elas obtêm com sua presença física.

Apesar da forte sexualização do texto, com relatos, digamos, quentes das relações humanas, o capital erótico não seria, necessariamente, um poder sensual. Antes, é a capacidade de provocar atração, desejo de proximidade, polarização dos olhares. Somos naturalmente atraídos pelo belo, que pode estar presente nas artes, na natureza, nos animais, no design, na arquitetura. Niemeyer, por exemplo, sempre preferiu as linhas curvas para seus prédios, pois dizia que lembravam o corpo da mulher.

Erótico vem de Eros, o deus grego do amor, correspondente ao Cupido do panteão romano. Sua função era a de aproximar os amantes, e, para isso, provocava o desejo, que culminava no desabrochar do que os humanos teriam de melhor, que é a capacidade de amar. Eros era filho de Poros, o deus da riqueza, e Penia, a deusa da pobreza. Por isso Eros é exuberante e também carente, sempre desejando mais.

A autora descreve várias pessoas cujo capital erótico as ajudou a alcançar seus objetivos, especialmente os profissionais. Ela não elimina a importância da competência, nesse caso, mas posiciona a atratividade pessoal como uma vantagem adicional importante, com potencial de influenciar nas decisões de contratação.

Essa atração tem a ver com a beleza absoluta, que é definida geneticamente, mas também com a relativa, que é resultado da maneira como a pessoa se cuida. Importam seu asseio, o penteado, o sorriso, a maneira de vestir. Qualquer pessoa, a seu ver, carrega um potencial erótico, que tanto pode ser potencializado como prejudicado, como quando se escorrega para o exagero e a vulgaridade.

Pessoas com elevado capital erótico são aquelas ao lado das quais queremos estar. Às vezes, já sentado no avião, você fica observando as pessoas e seleciona mentalmente as que você gostaria que se sentassem ao seu lado e as que não. O único interesse, nesse caso, é o de ter uma figura agradável a seu lado durante um tempo em que a proximidade física é inevitável.

Definitivamente, o capital erótico ajuda e, até certo ponto, está ao alcance de qualquer pessoa cuidar dele, potencializá-lo, torná-lo evidente. Cuidado e bom gosto são determinantes da vaidade necessária. Saúde, equilíbrio, sobriedade, adequação e elegância são os termos que mais bem acompanham a ideia do capital erótico.

Para falar de uma pessoa que definitivamente não era comum, certa vez li, em alguma revista, uma biografia sintetizada da princesa Grace de Mônaco. Grace Kelly, filha de uma família rica da Filadélfia, tornou-se atriz e conquistou o coração do príncipe bom partido Rainier III. Entretanto, apesar da carreira no cinema e do cargo de nobreza, dizia-se que seu maior talento era simplesmente o de se tornar agradável. Era impossível não se sentir privilegiado em sua presença.

Essa visão do jornalista, de que “seu maior talento era o de se tornar agradável”, talvez seja a melhor maneira de entender o que a cientista social chama de capital erótico. No caso da Grace Kelly, sua pessoa era mais impactante que sua carreira, seu dinheiro e sua nobreza. E não apenas porque era bela, mas porque era agradável. Ela tinha capital erótico.

Para terminar, é importante lembrar que não é esse o capital que define o valor real da pessoa. Ele é um importante “abridor de portas”, mas manter as portas abertas é função de tudo o que está por baixo dessa epiderme erótica, como os valores, as atitudes, as capacidades. Se o objetivo é o poder pessoal, o equilíbrio entre os quatro capitais é o melhor caminho.

Eugenio Mussak diz que seu principal capital é o cultural, mas bem que gostaria que fosse o erótico…

Fonte: http://vidasimples.abril.com.br/colunistas/eugenio-mussak-poder-cada-739418.shtml

Revista vida simples: http://vidasimples.abril.com.br/


Três Hábitos Vencedores que Constroem um Corretor de Sucesso

Por Guilherme Machado

Por que alguns corretores conseguem alcançar o sucesso e outros Sucessonão? Será que um dia eu farei parte do grupo dos vencedores? Estas são perguntas que, insistentemente, permeiam o pensamento de muitos profissionais e para as quais nem sempre há uma reposta pronta.

E tão ruim quanto não ter a resposta é acreditar que o sucesso é impossível ou privilégio de poucos. Todavia, é preciso compreender que não nascemos marcados para ganhar ou perder. O sucesso, portanto, é uma consequência do desenvolvimento de hábitos vencedores. Sempre acreditei nisso e planejei as minhas ações com base nesta premissa.

Muitos corretores, porém, optam por se alimentar apenas de sonho: o sonho de ganhar dinheiro, de vender muito, de ser um vencedor. E contraditoriamente, por meio de suas práticas, transformam este sonho em um  eterno “não irei chegar lá”. Sabe por quê? Seus hábitos não são de vencedores.

Então, antes de conhecer os três hábitos vencedores que constroem um corretor de sucesso, quero que saibam que estes hábitos mudaram a minha vida e de muitos outros profissionais de sucesso, trazendo transformações de grandes proporções. Você está preparado para uma revolução?

1. Exerça a autodisciplina

A autodisciplina é a garantia de que você começará algo e terminará dentro do que foi planejado. Esta capacidade de comprometer-se com as ações previamente delimitadas e empenhar-se em executá-las com excelência transformam corretores medianos em corretores de sucesso.Os corretores vencedores estão dispostos a assumir posturas que os diferenciam da multidão, portanto não há magia ou chave mágica que abrirá as portas para o sucesso. Eles escolhem exercer a autodisciplina com maestria, aprimorando a sua capacidade de agir e pensar de forma planejada e estratégica.

2. Seja persistente Ser corretor não é fácil, requer uma persistência sobrenatural. E o sentido de sobrenatural aqui nada tem a ver com coisas do outro mundo, mas com a capacidade de superar-se  repetidamente. Os desafios são muitos, mas as vitórias são diretamente proporcionais. Assim, persista em seus objetivos, transforme sonhos em realizações por intermédio de suas atitudes. A persistência é o segredo de quem busca um diferencial. Dessa forma, você será arrebatado pelo sucesso. Este hábito é muito forte e é encontrado nos corretores campeões.

3. Cuidado com a vaidade

A vaidade nos afasta da reflexão. Quando julgamos que somos bons o suficiente e não precisamos mais surpreender ou aprimorar as nossas práticas, estamos permitindo que a vaidade reine sobre nosso comportamento.

E o problema está na invisibilidade, pois às vezes usamos a vaidade sem medidas e nos cegamos ao ponto de corrompermos as nossas relações, desrespeitando a opinião e a história de vida do outro. Com isso, acabamos querendo nos impor pelo confronto e sobreposição das nossas crenças. E é aí que a vaidade assume a forma mais danosa. Não podemos nos ludibriar e acharmos que somos protótipos de super-homem ou mulher-maravilha ao ponto de sermos insubstituíveis.  Não se engane, pois o mercado está cheio de corretores que querem ser profissionais campeões e realizam ações que colaboram para o alcance deste objetivo.Portanto, nós, que estamos nesta corrida pelo sucesso, devemos entender que hábitos simples transformam as nossas práticas. Corretores de sucesso são aqueles que entenderam,  ressignificaram e praticaram esses três hábitos de acordo com o seu projeto de vida e sua realidade de mercado e, com isso, perceberam  o poder invisível por trás de cada um desses hábitos, convertendo-os em poderosos aliados.

Vá! A sua transformação começa agora, experimente.

“Guilherme Machado” CORRETOR DE IMÓVEIS, CONSULTOR, COACH E PALESTRANTE. Provocar novos comportamentos no mercado imobiliário é nosso objetivo. De corretor para corretor, contribuímos para o desenvolvimento do setor com diversas publicações, palestras, podcast e Intelicast., Estrategista. Executa trabalhos de desenvolvimento de equipes de alta performance. Iniciou à profissão como corretor de imóveis, conquistando posições como gerente comercial, diretor executivo até a participação societária de uma das maiores imobiliárias do Espírito Santo. Expertise no desenvolvimento de equipes comerciais com foco em resultado adquirida em sua intensa vivência ao longo de 15 anos no mercado imobiliário.

Fonte: http://www.guilhermemachado.com


Corretor de Imóveis Multimídia

MultimidiaO corretor de imóveis de hoje com olhos no futuro tem que necessariamente circular amigavelmente nas novas tecnologias, aquele papo de que não gosto de computador ou de celular, te exclui rapidamente de qualquer processo.

Com o mundo globalizado e tecnologias a sua disposição a um apertar de botão, seu cliente acessa seu ambiente virtual e fecha negócios a distância, a possibilidade de que ele esteja do outro lado do mundo e real e acontece na velocidade da luz, seu negócio deixou de ser local para atender a necessidades de clientes que vislumbram bons negócios a distância.  Seu produto tem que estar exposto de forma adequada, pois isso lhe garantirá acessos a negócios nunca antes imaginados.

Telefones celulares, Notebooks, Sites, portais de nada adiantam se a linguagem, exposição e técnicas de apresentação não forem adequadas.

Falar em público, enviar e-mails, receber e-mails e responder rapidamente dando respostas as demandas de seus clientes são hoje condição e não mais espelho de uma organização moderna

Suas necessidades aumentaram muito, seu conhecimento possivelmente seja pouco para atender as necessidades dos seus clientes e do mercado. Portanto correr atrás do prejuízo e se atualizar esta na ordem do dia.

Por Clovis Ribeiro – Infodocorretor


Martelo-da-Justiça

By publicidade imobiliaria.com

Muitos corretores de imóveis possuem dúvidas a respeito dos seus direitos e deveres. Existem leis específicas para o setor, lembrando que os cursos preparatórios devem ter uma matéria destinada ao estudo do direito e da legislação. De qualquer forma, vale revisar alguns artigos do Código Civil.

 Art. 722. Pelo Contrato de corretagem, uma pessoa, não ligada a outra em virtude de mandato, de prestação de serviços ou por qualquer relação de dependência, obriga-se a obter para a segunda um ou mais negócios, conforme as instruções recebidas.

Em um português claro, esse artigo explica a função do trabalho do corretor.

O profissional compromete-se a obter negócios para o cliente, conforme instruções passadas com antecedência, mediante o pagamento de comissão. Isso tudo, desde que não haja contrato de mandato*.

 Art. 723. O corretor é obrigado a executar a mediação com a diligência e prudência que o negócio requer, prestando ao cliente, espontaneamente, todas as informações sobre o andamento dos negócios, deve, ainda, sob pena de responder por perdas e danos, prestar ao cliente todos os esclarecimentos que estiverem ao seu alcance a cerca da segurança ou risco do negócio, das alterações de valores e do mais que possa influir nos resultados da incumbência.

Ou seja, se o corretor vender um imóvel e não avisar anteriormente sobre qualquer possível problema, ele pode arcar com as conseqüências na Justiça. Por exemplo, o profissional vende um imóvel, e uma semana depois uma enchente alaga o local. Se for comprovado que o corretor omitiu a informação para facilitar a venda, ele será penalizado.

 Art. 724. A remuneração do corretor, se não estiver fixada em lei, nem ajustada entre as partes, será arbitrada segundo a natureza do negócio e os usos locais.

O corretor fechou um valor da comissão com o proprietário, porém, o acordo foi apenas de boca, no contrato não consta nada sobre o pagamento. Nesses casos, se for terminar no tribunal, a Justiça vai seguir o valor padrão do mercado, que atualmente gira em torno de 6% do valor do imóvel.

 Art. 725. A remuneração é devida ao corretor uma vez que tenha conseguido o resultado previsto no contrato de mediação, ou ainda que este não se efetive em virtude de arrependimento das partes.

Na prática, o comprador fechou o negócio com o proprietário, mas uma semana depois se arrependeu por qualquer motivo. Nesses casos, o corretor imobiliário tem o direito de receber a comissão.

* Contrato de mandato: quando uma pessoa recebe poderes de outra para praticar atos jurídicos ou administrar interesses.

 Muitos corretores de imóveis possuem dúvidas a respeito dos seus direitos e deveres. A seguir segue a segunda parte da revisão dos artigos do Código Civil, mais importantes para os corretores.

Art.726. Iniciando e concluído o negócio diretamente entre as partes, nenhuma remuneração será devida ao corretor, mas se, por escrito, for ajustada a corretagem com exclusividade, terá o corretor o direito à remuneração integral, ainda que realizado o negócio sem a sua mediação, salvo se comprovada sua inércia ou ociosidade.

Se no contrato de corretagem existir um termo de exclusividade, o corretor tem direito a comissão, mesmo que cliente e proprietário tenham se conhecido sem a intermediação do profissional. O proprietário só se livra do pagamento, caso consiga provar que o corretor não se dedicou ao trabalho.

Art. 727. Se, por não haver prazo determinado, o dono do negócio, dispensar o corretor, e o negócio, se realizar posteriormente, como fruto da sua mediação, a corretagem lhe será devida; igual solução se adotará se o negócio se realizar após a decorrência do prazo contratual, mas por efeito dos trabalhos do corretor.

Digamos que o corretor trabalhou meses, falou com muitas pessoas, porém, ninguém fechou o negócio. Encerrado o prazo de corretagem, o profissional foi trabalhar em outra atividade, mas um dos seus possíveis clientes resolveu voltar e fechar o negócio diretamente com o proprietário. Nesses casos, como a negociação aconteceu graças ao trabalho do profissional, ele tem o direito de receber a comissão.

Art. 728. Se o negócio se concluir com a intermediação de mais de um corretor, a remuneração será paga a todos em partes iguais, salvo ajuste contrário.

Um corretor conheceu o cliente, outro apresentou o imóvel e um terceiro fechou a venda, quem recebe a comissão? Todos, conforme a lei, o dinheiro deve ser divido em montantes iguais, desde que os valores não tenham sido pré-estipulados no contrato.

Art. 729. Os preceitos sobre corretagem constantes deste Código não excluem a aplicação de outras normas da legislação especial.

O último artigo lembra a responsabilidade do Corretor de Imóveis não apenas perante o Código Civil, mas também suas obrigações com o Conselho Federal e com os Conselhos Regionais. Em outras palavras, os corretores devem agir de acordo com as leis expostas nesse artigo, somadas as obrigações impostas pelos conselhos do setor.

William Cruz – Colunista do PortaisImobiliários.com.br uma rede de portais de imóveis, como o portal para alugar imóveis em Curitiba  | iCuritiba.com, presente em mais 240 cidades do Brasil. 


Fonte: http://www.publicidadeimobiliaria.com/2013/01/leis-que-um-corretor-de-imoveis-precisa.html

 http://www.brandpress.com.br/imobiliario-e-construcao/17786-leis-que-um-corretor-de-imoveis-precisa-saber-parte-i.html#ixzz2JeA27thn

 


Como Negociar com o Cliente que Você Não Pode Perder

FSA-Chaves

By Blog Marketing e Publicidade Imobiliária

 Seu produto é bom, mas seu preço estoura nosso orçamento em 60%.” .”Ofereça um bom des­conto à nossa divisão, e as portas da empresa estarão aber­tas a você.” Ouvir frases como essas de um cliente que não se deseja perder coloca o vende­dor num dilema: um mau acordo pode implicar um longo tempo de ne­gociações até re­equilibrar a conta a seu favor. Vejamos um roteiro de seis passos para uma nego­ciação ganha-ganha – isto é, de satisfa­ção para os dois lados – com clientes valiosos.

1. Estabeleça sua meta e as variáveis envolvidas.. Quanto mais variáveis a negociação comporta (preços, prazos de pa­gamento, promoções conjuntas de marketing e merchandising), mais opções se oferecem e se reduz proporcionalmente o risco de impasse.

2. Convide o cliente à cons­trução de um acordo em con­junto.. .Assegure a receptivi­dade dele convidando-o a par­ticipar da “construção” da pro­posta. Exem­plo de abordagem infeliz (agressiva): “Garanta-nos seu mercado da zona norte e leste e nós lhe oferecemos um preço 20% abaixo do mercado”. Exemplo de abordagem feliz : “Ocorrem-me agora as vanta­gens de distribui­ção de sua praça nas zonas norte e leste. Por exemplo: quanto maior a fatia dessa região o senhor nos abrisse, maiores descontos pode­ríamos oferecer, talvez mais de 20%, dada a redução de custos. Que tal pensarmos juntos nisso?”

3. Ouça pacificamente quando o cliente partir para o ataque.. Deixá-lo falar à von­tade, ao invés de rebater des­gastantemente sua argumenta­ção, encerra múltiplas vanta­gens: você estará coletando informações novas, que abrem outras alternativas; enquanto ouve, você não faz concessões; sua atitude de atenção dissipa o clima de animosidade.

4. Deixe as questões espinho­sas para o fim.. Enfatize os pontos de consenso, lance à mesa primeiro os aspectos so­bre os quais sabe que o acordo é certo. Mesmo que ele insista em atacar o nó da questão, alegando que, se não sair acordo aí, não adianta discutir o resto. Adianta, sim: conquistar pontos de consenso cria um clima favorável e fortifica o relaciona­mento. E – fundamen­tal – faz com que ele invista tempo e energia, tornando me­nos atraente a pers­pectiva de “melar” a negociação.

5. Não se impressione com jogadas emocionais.. A melhor resposta à atitude de irritação ou ameaça é ouvir impassivel­mente e depois fazer uma crí­tica polida, mostrando que esse comporta­mento não leva a uma solução satisfatória para ne­nhum dos dois lados. A seguir, convide-o à cons­trução em conjunto de novos ter­mos para uma saída.

6. Faça recapitulações dos progressos realizados.. Nos mo­mentos de impasse ou emperra­mento, promova um recesso e retrospecto dos pontos já acer­ta­dos, mostrando que a nego­ciação está progredindo e estrei­tando o bom relaciona­mento.

 E lembre-se: na era da satis­fa­ção das expectativas do clien­te, a negociação ganha-ganha, com bons resultados para os dois lados, é a chave de um relacio­namento profissional duradouro. E a síntese deste roteiro de seis passos.

 Blog Marketing e Publicidade Imobiliária Artigos, Dicas e Tudo o que você precisa para divulgar seus imóveis e alavancar suas vendas no Mercado Imobiliário.

 Fonte: Marketing e Publicidade Imobiliária.

Link: http://www.publicidadeimobiliaria.com/2011/03/como-negociar-com-o-cliente-que-voce.html


COMO VOCÊ PLANEJA SUAS AÇÕES DE MARKETING? QUAL É O SEU MARKETING?

 

Suchi

By : Pensador mercadológico

 

Qual é o seu marketing? Para Kiyoshi Kimura, um proprietário de uma famosa rede de restaurantes de Sushi é participar dos leilões de peixe e arrebatar o cobiçado atum vermelho pelo preço que for. O ano passado ele venceu o leilão. E agora ele triplicou o lance do ano passado e levou um atum vermelho de 222 kg para seu restaurante. Pagou pelo peixe U$ 1.8 milhão (são dólares viu?). O repórter do Terra fez as contas e disse que para recuperar este investimento cada peça de sushi com o atum deveria ser vendida por U$ 339,00, mas o proprietário vai comercializar por U$ 4,50 (em torno de R$ 9,00 cada peça, que para nós já é um valor bem caro).

Mas em muitos jornais do mundo apareceu o dono do restaurante com uma espada de samurai, cortando o atum após ganhar o leilão e tenho certeza que deve ter sido uma (se não a primeira) das mais importantes notícias do seu país na semana. Esta propaganda deve valer muito mais do que ele investiu no peixe, apesar de o atum ser algo cada vez mais raro de se encontrar e muito valorizado pela cultura japonesa. Algumas pessoas podem olhar e pensar como alguém paga tanto em um peixe. Eu percebo o quanto ele se promoveu com a ação. E é neste ponto que valorizo a inteligência do empresário japonês. Um marketing polêmico, diferente, e que o coloca na dianteira de seus concorrentes com algo único. De acordo com suas palavras, ele diz: “Eu queria estar à altura das expectativas de meus clientes, que querem comer o melhor atum possível, como no ano passado”. Humildade com ambição, somado a inteligência e promoção. Uma fórmula perfeita para os dias de comunicação saturada de mesmice dos dias de hoje.

Vou comer um sushi ao meio dia.

Desta forma, a pergunta de final de semana é: O que você fará para se promover em 2013 de forma mais inteligente?

Pense nisso! Da próxima vez que você estiver em planejando as suas ações de marketing reserve um tempo para o capítulo “ações únicas e diferenciadas”.

Fonte: Pensador Mercadológico: http://www.pensadormercadologico.com.br/blog_arquivos/7482?utm_source=Pensador+Mercadol%C3%B3gico+Newsletter+Post+Atual&utm_campaign=c8fda90ef1-Pensador+Mailchimp&utm_medium=email