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Corretor de imóveis: 5 segredos para sua venda ser um sucesso

3 dicasNormalmente, quando escutamos a palavra segredo, logo remetemos a algo que não pode ser revelado, afinal, ao revelá-lo, ele deixa de ser um segredo e perde sua essência. Então, você pode se perguntar: por que escrever um artigo falando de segredos?

Porque muito mais do que algo que deve ficar escondido, hoje trago informações valiosas. Segredos que, pela sua força, são considerados imprescindíveis  para o sucesso do fechamento da venda para o corretor de imóveis.

É muito comum, na hora do atendimento, enfatizarmos apenas a apresentação do imóvel e deixarmos o fechamento para segundo plano. Um grande erro! Perdi muitas vendas por causa desta atitude.

E como acredito que conhecimento é uma coisa que quanto mais a gente compartilha, mais a gente adquire, uma vez que acabamos aprendendo também com as experiências do outro, apresento os cinco segredos que podem transformar seus atendimentos em fechamentos triunfais.

Desvende agora os segredos do sucesso no fechamento da venda do imóvel.

1. Valorize os questionamentos

Coloque-se no lugar do cliente agora. Você entra em uma loja e pergunta o preço de um produto sem estar com alguma intenção de compra? Provavelmente não. Com o seu cliente acontece a mesma coisa. Se ele pergunta sobre formas de pagamento, condições de financiamento entre outras dúvidas, pode ter certeza, ele está pronto para fechar o negócio.

Portanto, valorize os questionamentos e não se incomode com a quantidade de perguntas que o cliente fizer. Responda a todas com presteza e simpatia, pois hoje, em função da escassez de tempo, nenhum cliente fica fazendo perguntas se não houver um interesse sincero de efetivar a compra. Este é um sinal que o cliente dá para que o corretor evolua no atendimento.

Um exemplo claro deste sinal:
Cliente: Você acha que posso dividir esta entrada em três vezes?
Corretor: O senhor quer pagar em três vezes?
E aqui já começamos a desvendar nosso segundo segredo. Acompanhe:

2. Valide o desejo do seu cliente

No exemplo anterior, quando o cliente pergunta sobre a forma de pagamento, devemos devolver a pergunta conforme foi apresentada. Dessa forma, provocamos o envolvimento e geramos o comprometimento da compra do imóvel.

Perceba que, muitas vezes, no ímpeto de fazer o fechamento, acabamos entrando em um processo automático e  criamos, inconscientemente, as armadilhas que prolongam um fechamento. Estar atento ao que cliente fala, seja com palavras ou com o corpo, é fundamental para o corretor aproveitar os “gatilhos” que o próprio cliente oferece e assim, caminhar mais assertivamente para o fechamento da venda.

3. Transfira o domínio

A chance de consolidar uma venda aumenta, exponencialmente, quando temos uma experiência com o produto. Um exemplo que ilustra bem isso é a compra de um carro. Depois de o vendedor explicar todas as vantagens do automóvel, o cliente é convidado a fazer um teste drive. Tudo o que ele ouviu é transformado em ato concreto, ou seja, na experiência de dirigir e isso influencia muito na decisão de compra.

E no mercado imobiliário não é diferente. Uma forma de transformar informações em experiências é “transferindo o domínio” para o cliente. Como fazer isso se o cliente não pode pegar uma chave e “dirigir o imóvel”?

Eu costumava deixar o cliente sozinho por alguns instantes. Ou dizia que precisava pegar algo no carro, ou deixava claro que julgava importante deixá-lo mais à vontade para “experimentar” o imóvel. A forma de fazer isso variava de acordo com cada situação.

Transfira o domínio, faça com que o cliente se imagine já morando no imóvel.

Transmitir o domínio para o cliente é deixá-lo assimilar todas as informações passadas ao ponto dele se imaginar já morando no imóvel, planejando a decoração, pensando em como seria receber a família e os amigos. E isso só acontece quando damos a oportunidade dele ficar um pouco sozinho no imóvel.

Se o cliente estiver com a família, este segredo é ainda mais forte, pois o corretor poderá possibilitar um tempo para a conversa, para a troca de impressões entre os maiores interessados no imóvel.

Acredite, a venda é potencializada quando transferimos o domínio para o cliente. Você duvida disso? Faça um teste. Vá a duas concessionárias diferentes. Em uma, faça o teste drive e em outra, fique só com as informações do vendedor. Depois me conte em qual das duas você fecharia o negócio: na que você teve um “domínio” ou na outra em que ficou com uma “experiência” comum, convencional.

4. Qualifique o seu cliente

Este segredo é muito forte e pode trazer um resultado inestimável para o seu atendimento.

A ansiedade pela venda, muitas vezes, torna o corretor insensível diante do momento do cliente, o que acarreta uma pressão pelo fechamento da venda.

Todavia, é necessário perceber que, apesar do desejo de comprar o imóvel, o cliente, motivado por uma série de fatores, sobretudo pelas condições de pagamento, vive também um processo de indecisão.

Então, nesta hora, ao invés de pressioná-lo, o corretor deve qualificá-lo. Um exemplo: gere uma parcela para o cliente e pergunte.

– Daqui a um ano o senhor se imagina ganhando o mesmo que ganha hoje?

É provável que o cliente responda não, afinal, as pessoas desejam uma evolução constante e preveem que ganharão mais em um ano. Portanto, qualificar o cliente é inspirá-lo a fechar o negócio, provocá-lo a vencer os medos e inseguranças, encorajando-o a seguir em frente, enfatizando que ele terá a capacidade de honrar com os compromissos assumidos ao projetar o futuro promissor que ele deseja.

Usei esta estratégia em diferentes situações e o resultado foi impressionante.

5. Tenha coragem

Este último é muito mais que um segredo, é um desafio que o corretor de imóveis precisa assumir para alcançar o sucesso.

Sei que muitos de vocês podem até pensar que isso tudo que falei até aqui não vai dar certo. Muitos colegas corretores diziam isso pra mim, afinal, colocar estes segredos em prática não é fácil.

É exatamente por isso que o nosso quinto segredo é a coragem. A coragem de inovar, de desafiar-se, de tentar, de agir e de ousar. Durante muito tempo resisti a aplicar estes cinco segredos, pois era mais fácil tentar encontrar uma desculpa ou transferir para o cliente ou para o próprio mercado a explicação para os baixos resultados no fechamento.

Porém, a partir do momento em que coloquei estes segredos em prática, vi os meus fechamentos decolarem, alcançando não só um resultado positivo para mim, mas principalmente, a felicidade do cliente.

Não tenha dúvidas, estes segredos aqui revelados e praticados irão transformar a sua carreira. Incorpore-os em seu dia a dia, aprimore-os e compartilhe os resultados com a gente. Quebre as regras e tenha muito mais sucesso.

http://www.guilhermemachado.com/corretor-de-imoveis-3-dicas-para-arrebentar-na-apresentacao-do-imovel/

 

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O Poder de Cada Um

By Eugenio Mussak

Quais são as características que podem nos aproximar ou nos afastar daquilo que almejamos.Eugenio Mussak

Em um recente debate do qual participei em uma escola de negócios, o assunto era a origem do poder. A dúvida central era se o poder, afinal, pertence à pessoa ou ao cargo que ela ocupa. A conclusão foi que, nas corporações e na política, o poder emana do cargo, mas que este foi ocupado porque a pessoa apresentava suas próprias características de poder pessoal, humano.

Quando se falou da origem e das relações do poder, alguém lembrou Marx, um dos precursores da sociologia. Para ele, o grande poder vem do capital financeiro, e as mazelas da sociedade se deviam ao fato de que o mesmo estava concentrado nas mãos de poucos, os poderosos, donos dos meios de produção, que exploravam o pouco que a massa tinha para oferecer – sua capacidade de trabalho. Tinha razão, naquele contexto da Europa do século 19.

Atualmente, esse tipo de capital continua importante, mas já não é absoluto, pois surgiram novas modalidades de capital que dão poder a seus detentores. Para entender, cabe lembrar de outro bamba da sociologia, o francês Pierre Bourdieu, falecido em 2002, aos 72 anos, dono de uma obra complexa e, até certo ponto, hermética aos não iniciados na matéria.

Foi ele o primeiro a se referir de forma estruturada ao aparecimento de novos capitais, que seriam responsáveis pelas novas relações de poder. Sua visão é que cada um de nós acumula certos capitais durante a vida, e são eles que nos permitem competir e ocupar espaço nos ambientes – ou campos – em que vivemos.

Bourdieu dizia que todos nós habitamos um ou mais espaços sociais particulares, que ele chamou de campos. A sociedade seria constituída por diversos campos, entre eles o cultural, o educacional, o científico, o empresarial, cada um composto por elementos simbólicos próprios. Para podermos viver nesses campos, e para convivermos com seus habitantes, precisaríamos estar familiarizados com seus componentes simbólicos.

Até aí, tudo bem. Só que ele foi além, pois às vezes não queremos só conviver, queremos ocupar espaços, influenciar, ser protagonistas. Nesse caso, não seria suficiente entender os hábitos, teríamos que acumular alguns tipos de capital, cujo valor confere algum poder. E, na análise de Bourdieu, existem três tipos de capital, que permitem à pessoa manifestar-se, competir e ocupar posições significativas em seu campo: o capital econômico, o capital cultural e o capital social.

A força dos capitais

O capital econômico se refere ao dinheiro, ao poder de compra, ao crédito e à capacidade de ganhar que a pessoa tem. O capital econômico é o que mais se identifica com o conceito clássico de capital. O próprio capitalismo refere-se a um sistema político e econômico, em que os meios de produção são de caráter privado e visam à geração de mais riqueza econômica aos seus proprietários. Marx teria gostado deste parágrafo. Mas, para Bourdieu, esse capital não é o único, nem sobrevive sem os outros.

O capital cultural, na atualidade, é importantíssimo como gerador de poder. Ele poderia também ser chamado de conhecimento, entretanto é mais abrangente que isso, pois é constituído pelos saberes próprios e significativos a cada campo, mas acrescidos de outros, de caráter genérico, como os culturais. Além de qualificações educacionais, conhecimentos técnicos e competências específicas, necessárias à prática de uma profissão, os conhecimentos adquiridos através da apreciação da arte, da literatura geral e das viagens realizadas também comporiam o capital cultural da pessoa.

Por último, o capital social. Este tem a ver com a rede de relacionamentos. Mais que ter amigos e conhecidos, o capital social a que Bourdieu se referia está mais próximo do que hoje convencionamos chamar de net­wor­king, algo valorizado no mundo acadêmico e também no empresarial. Há pessoas cujo maior patrimônio é sua agenda de contatos. Eles sabem com quem falar em cada situação, a quem recorrer nas dificuldades. O capital social vale muito.

Pense bem como andam seus capitais, afinal. Quanto a mim, o econômico está sob controle, pelo menos as contas estão pagas. O cultural, este podia ser maior, sempre. O social está bem, mas precisa ser mais bem cuidado, acho. Essa é uma reflexão pertinente na atualidade, e que deve ser feita repetidamente, pois tudo muda, e nós sempre somos comparados à média dos grupos (ou campos) a que pertencemos. Estar muito bem posicionado em um ano não garante o mesmo status no ano seguinte. Tudo flui, diria Heráclito.

O quarto capital

Mas há uma novidade no vocabulário sociologuês. Recentemente, a cientista social inglesa Catherine Hakim, especialista em sociologia do trabalho, o que inclui análises sobre as atitudes sociais e as relações de poder, publicou um livro que tem sabor de pimenta-malagueta, aliás muito apreciada na terra da rainha. A crítica o recebeu com algum espanto; no mínimo, foi rotulado de “provocador”. Seu título é… Capital Erótico (Best Business, 2012).

Sua proposta é a de que esse capital pessoal, que ela chama de erótico, tem o mesmo potencial de gerar poder que os outros três. Diz ela que criou o termo para “aludir a uma obscura, porém crucial, combinação de beleza, sex appeal, capacidade de apresentação pessoal e habilidades sociais – uma união de atributos físicos e sociais que torna alguns homens e mulheres mais atraentes para os membros de sua sociedade”.

Catherine afirma que as sociedades modernas estão cada vez mais individualistas e sexualizadas, e que as pessoas devem dar-se conta de que são avaliadas não apenas pelo que podem fazer pelo coletivo – o que dependeria especialmente de seu capital cultural -, mas também o quanto de apreciação elas obtêm com sua presença física.

Apesar da forte sexualização do texto, com relatos, digamos, quentes das relações humanas, o capital erótico não seria, necessariamente, um poder sensual. Antes, é a capacidade de provocar atração, desejo de proximidade, polarização dos olhares. Somos naturalmente atraídos pelo belo, que pode estar presente nas artes, na natureza, nos animais, no design, na arquitetura. Niemeyer, por exemplo, sempre preferiu as linhas curvas para seus prédios, pois dizia que lembravam o corpo da mulher.

Erótico vem de Eros, o deus grego do amor, correspondente ao Cupido do panteão romano. Sua função era a de aproximar os amantes, e, para isso, provocava o desejo, que culminava no desabrochar do que os humanos teriam de melhor, que é a capacidade de amar. Eros era filho de Poros, o deus da riqueza, e Penia, a deusa da pobreza. Por isso Eros é exuberante e também carente, sempre desejando mais.

A autora descreve várias pessoas cujo capital erótico as ajudou a alcançar seus objetivos, especialmente os profissionais. Ela não elimina a importância da competência, nesse caso, mas posiciona a atratividade pessoal como uma vantagem adicional importante, com potencial de influenciar nas decisões de contratação.

Essa atração tem a ver com a beleza absoluta, que é definida geneticamente, mas também com a relativa, que é resultado da maneira como a pessoa se cuida. Importam seu asseio, o penteado, o sorriso, a maneira de vestir. Qualquer pessoa, a seu ver, carrega um potencial erótico, que tanto pode ser potencializado como prejudicado, como quando se escorrega para o exagero e a vulgaridade.

Pessoas com elevado capital erótico são aquelas ao lado das quais queremos estar. Às vezes, já sentado no avião, você fica observando as pessoas e seleciona mentalmente as que você gostaria que se sentassem ao seu lado e as que não. O único interesse, nesse caso, é o de ter uma figura agradável a seu lado durante um tempo em que a proximidade física é inevitável.

Definitivamente, o capital erótico ajuda e, até certo ponto, está ao alcance de qualquer pessoa cuidar dele, potencializá-lo, torná-lo evidente. Cuidado e bom gosto são determinantes da vaidade necessária. Saúde, equilíbrio, sobriedade, adequação e elegância são os termos que mais bem acompanham a ideia do capital erótico.

Para falar de uma pessoa que definitivamente não era comum, certa vez li, em alguma revista, uma biografia sintetizada da princesa Grace de Mônaco. Grace Kelly, filha de uma família rica da Filadélfia, tornou-se atriz e conquistou o coração do príncipe bom partido Rainier III. Entretanto, apesar da carreira no cinema e do cargo de nobreza, dizia-se que seu maior talento era simplesmente o de se tornar agradável. Era impossível não se sentir privilegiado em sua presença.

Essa visão do jornalista, de que “seu maior talento era o de se tornar agradável”, talvez seja a melhor maneira de entender o que a cientista social chama de capital erótico. No caso da Grace Kelly, sua pessoa era mais impactante que sua carreira, seu dinheiro e sua nobreza. E não apenas porque era bela, mas porque era agradável. Ela tinha capital erótico.

Para terminar, é importante lembrar que não é esse o capital que define o valor real da pessoa. Ele é um importante “abridor de portas”, mas manter as portas abertas é função de tudo o que está por baixo dessa epiderme erótica, como os valores, as atitudes, as capacidades. Se o objetivo é o poder pessoal, o equilíbrio entre os quatro capitais é o melhor caminho.

Eugenio Mussak diz que seu principal capital é o cultural, mas bem que gostaria que fosse o erótico…

Fonte: http://vidasimples.abril.com.br/colunistas/eugenio-mussak-poder-cada-739418.shtml

Revista vida simples: http://vidasimples.abril.com.br/


Corretor de Imóveis: 5 Dicas para não se Tornar um Chato na Venda

Realização de um sonho, mudança de vida, novos projetos, evolução profissional, independência, liberdade. Tudo isso são sensações que Corretor chatotornam a compra de um imóvel um momento de grande importância para um cliente, sobretudo, um momento de prazer, satisfação e realização.

Agora, perceba que algumas atitudes são capazes de desfigurar todo este cenário e gerar um grande incômodo. Atitudes estas, que você, corretor de imóveis, pode estar tomando, mas que a partir do post de hoje não terá mais.

Acredito que todo corretor que nos acompanha agora já tenha entrado em uma loja, por exemplo, e teve que lidar com um vendedor inconveniente, inoportuno, sufocante, o famoso CHATO. Tenho certeza de que esta situação não foi nada agradável. Então, por que muitas vezes transmitimos este mesmo incômodo para o nosso cliente? Você já pensou que alguns comportamentos levam o seu cliente a lhe taxar como um chato?

Para todos nós existe uma zona de segurança, onde desejamos ficar à vontade para fazer nossas escolhas. É quando estamos nesta zona que, de fato, concretizamos os nossos negócios.

Normalmente, quando tentamos encontrar esta zona e somosabordados indevidamente por alguém, nossa vontade é de lutar ou fugir. Lutar aqui para nós deve ser entendido como se fechar para o diálogo e o fugir é, literalmente, ir embora.

Já perdi várias vendas justamente por não entender a vantagem de possibilitar ao cliente o espaço necessário para o encontro de sua zona de segurança e, depois de algumas frustrações, passei a estudar melhor estes comportamentos. Por isso, hoje compartilho o segredo para você não ser taxado como um corretor chato e arrebentar em vendas.

 #1. Sufoco não é atenção

Muitos profissionais pensam que ligar para o cliente a todo momento é uma forma de demonstrar atenção. Acenda o alerta vermelho! Este pode ser o seu pior erro. Não se deve confundir atenção com inconveniência ou pressão. Isso é muito chato!!!

Converse e, principalmente, ouça o seu cliente. Extraia dele os horários mais adequados para realizar a ligação no momento em que ele poderá lhe atender com calma.

Saiba interpretar cenários. Se o corretor liga várias vezes e o cliente não atende, há algumas conclusões que precisam ser avaliadas para que sejam elaboradas as melhores estratégias. Ou este cliente não pode lhe atender, ou ele realmente não quer comprar com você. Portanto, empenhe sua energia no que é de fato necessário. Às vezes pensamos que, se não insistirmos, o cliente não irá comprar com a gente, quando na verdade a sua insistência não estratégica pode ser o principal motivo da objeção, pois o cliente vai querer evitar lidar com um corretor chato.

#dicadeouro: Se você ligou três ou quatro vezes e o cliente não lhe atendeu, mande um torpedo informando que você está à disposição. Se depois de um período de 15 dias (em média), o cliente não lhe retornar, você pode entrar em contato novamente, mas jamais cobre ou faça pressão começando o seu diálogo falando que você tentou falar com ele e o mesmo não o atendeu: isto é ser [chato]².

Contudo, neste período de espera, não deixe de investir sua energia em outros atendimentos. Isto é fundamental para garantir a sustentabilidade dos seus negócios.

E não tenha dúvida, quando o cliente encontrar a sua zona de segurança, ele te procurará. Isso é claro, se você tiver feito um bom atendimento.

 #2. Não transfira suas metas para os clientes

A pressão para atingir as metas estipuladas pelo próprio corretor ou pela imobiliária/construtora parceira para quem o corretor trabalha pode torná-lo extremamente chato.

A ansiedade de vender, motivado especialmente pelo ímpeto de bater a meta, é um dos elementos que faz com que o corretor deixe de agir racionalmente e passe a ser guiado puramente por instintos. Isso é muito ruim, pois nos tira a capacidade de avaliar criticamente cada situação.

Metas devem sim ser estipuladas e alcançadas. Porém, acima delas deve estar o relacionamento com o cliente, uma vez que é esta relação que norteará o seu caminho para a conquista dos resultados esperados. Portanto não pressione o seu cliente e não transfira para ele a sua necessidade.

A maioria dos profissionais coloca o seu trabalho a serviço das metas, quando deveriam trabalhar por um propósito, ou seja, por algo que desse um significado para o seu envolvimento e melhoria permanente.

#3. Jamais diga o nome do cliente errado

Papel e caneta, tablet ou smartphone. Não importa a ferramenta,sempre anote o nome do seu cliente, pois a nossa mente pode nos pregar uma peça. Lidamos com muitas pessoas ao longo do nosso dia de trabalho e não podemos confiar apenas em nossa memória. Ela, às vezes, pode e vai falhar.

E não há situação mais chata do que errar o nome do seu cliente. Por mais difícil ou incomum que um nome possa ser, ele é a principal identidade da pessoa. Trocar ou errar o nome do cliente pode ser um erro fatal.

Imagine a situação…

Corretor: Então, dona Maria….Cliente: Meu nome não é Maria, e sim Marina.

Corretor: Me desculpe Maria, ops, quero dizer Marina.

Nessa hora, a paciência do seu cliente já se esgotou e, certamente, ela não irá fazer negócio com você. E não pense que este diálogo ilustrativo não acontece na prática, ele é mais comum do que você imagina.

Desse modo, anote não só o nome do cliente como o de pessoas e o grau de relacionamento de quem o estiver  acompanhando, por exemplo, marido, esposa, filho. Perceba, se há outras pessoas no atendimento é porque estes elementos são importantes para o processo de escolhas, portanto, as envolva adequadamente na conversa.

#4. Falar demais

“Cala a boca Magda!”. A famosa frase do seriado “Sai de baixo” parece ser a mais adequada para muitos atendimentos e pode ter a certeza de que a vontade de verbalizá-la em alto e bom som é o desejo de muitos clientes. É muito chato o corretor que fala demais e não dá a oportunidade do cliente participar do diálogo.

Esse erro é tão comum e fatal que até fiz um post exclusivo para ele. Clique aqui e aprofunde a reflexão.

#5. Não seja vendedor

Parece contraditório, afinal, o objetivo do corretor é consolidar a venda. Porém, perceba a sutileza e a riqueza desta dica.

O palestrante e escritor Jeffrey Gitoner diz que as pessoas não gostam que você venda para elas, mas que elas adoram comprar. Este pensamento faz todo sentido quando entendemos que a venda deve ser fruto de um processo natural de envolvimento e não de algo forçado, imposto.

O cliente já tem o interesse da compra e cabe ao corretor canalizar este interesse em um relacionamento sustentável. Isso se dá por meio de uma audição ativa, da interpretação de palavras e ideias, do respeito à zona de segurança do cliente.

Por fim, temos que aprender a vender e não a trabalhar. Você pode se perguntar: Como assim Guilherme, você não acabou de dizer que é para não sermos vendedores?

Compreenda que a correta interpretação das palavras tem um poder extraordinário para suas vendas. Como dito, acredito que vender um imóvel é fruto de um processo natural de engajamento, dedicação e um bom atendimento. Já trabalhar traz consigo a conotação de algo penoso, árduo, repetitivo. E quando temos esta sensação, o processo não se dá de forma natural. Portanto reitero, precisamos aprender a vender e não a trabalhar. Canalizar, interpretar estas dicas, adequá-las à sua realidade e começar a praticá-las são excelentes métodos para se libertar da faixa dos corretores medianos, chatos e, assim, se transformar em um corretor de alto desempenho.

Te espero no pódio!!!

#quebreasregras

Fonte: http://www.guilhermemachado.com/corretor-de-imoveis-5-dicas-para-nao-se-tornar-um-chato-na-venda/


Entregue Tudo o que Vende…

Prof MenegattiQuando você casou seu marido tinha cabelo, era magro e aposto que não tinha barriga. Não ficava esparramado no sofá da sala no final de semana, assistindo ao jogo de futebol pela televisão e o pior de tudo, não roncava. No começo do relacionamento o rapaz e a moça fazem uma campanha de venda mútua, durante o processo do namoro, que vocês nem imaginam!

Durante todo o namoro, se comportam o melhor possível, sempre. Ambos fazem e honestamente procuram cumprir, promessas e compromissos. Procuram andar o tempo todo na linha. Até que finalmente fecham a venda e se casam. Então, acaba o namoro e começa a espaçar aquelas atitudes delicadas, de boa vontade e de consideração. Começam a abandonar o hábito de se arrumarem com cuidado.

Em resumo, tenho certeza de que o índice de divórcio seria reduzido em 90% se homens e mulheres entregassem, no casamento, o que venderam durante o namoro.

Da mesma forma, acredito que na maioria dos casos em que perdemos um cliente para o concorrente, isso não se deve ao melhor preço ou ao melhor produto, embora isso também tenha influência. Na maioria das vezes é porque a concorrência chegou e namorou nosso cliente com melhor serviço, mais interesse, maior preocupação e ouvindo com maior atenção as descrições das suas necessidades.

Para combinar esse exemplo de vendas e namoro, alguém perguntaria: quando devemos dizer à nossa mulher que a amamos? Resposta: Antes que alguém o diga. Quando é que você deve dizer ao seu cliente que você gosta dele? A mesma resposta: antes que outro o diga! Então, você deve demonstrar esse amor ao seu cliente por meio de serviços de excelência.

Prof. Menegatti é palestrante nas áreas de Vendas, Motivação, Liderança e Inovação. Suas palestras têm como foco direcionar pessoas a despertar ao máximo seu potencial profissional e pessoal. É autor de vários livros e DVDs, entre eles estão o livro “Talento – É fazer coisas comuns de forma extraordinária” e o DVD “Campeão de Vendas”.

Contatos: www.menegatti.srv.brpalestrante@menegatti.srv.brFone: (41) 3342.9562 / 9942.5150

Twitter: @profmenegatti / Facebook: http://www.facebook.com/profmenegatti


Três Hábitos Vencedores que Constroem um Corretor de Sucesso

Por Guilherme Machado

Por que alguns corretores conseguem alcançar o sucesso e outros Sucessonão? Será que um dia eu farei parte do grupo dos vencedores? Estas são perguntas que, insistentemente, permeiam o pensamento de muitos profissionais e para as quais nem sempre há uma reposta pronta.

E tão ruim quanto não ter a resposta é acreditar que o sucesso é impossível ou privilégio de poucos. Todavia, é preciso compreender que não nascemos marcados para ganhar ou perder. O sucesso, portanto, é uma consequência do desenvolvimento de hábitos vencedores. Sempre acreditei nisso e planejei as minhas ações com base nesta premissa.

Muitos corretores, porém, optam por se alimentar apenas de sonho: o sonho de ganhar dinheiro, de vender muito, de ser um vencedor. E contraditoriamente, por meio de suas práticas, transformam este sonho em um  eterno “não irei chegar lá”. Sabe por quê? Seus hábitos não são de vencedores.

Então, antes de conhecer os três hábitos vencedores que constroem um corretor de sucesso, quero que saibam que estes hábitos mudaram a minha vida e de muitos outros profissionais de sucesso, trazendo transformações de grandes proporções. Você está preparado para uma revolução?

1. Exerça a autodisciplina

A autodisciplina é a garantia de que você começará algo e terminará dentro do que foi planejado. Esta capacidade de comprometer-se com as ações previamente delimitadas e empenhar-se em executá-las com excelência transformam corretores medianos em corretores de sucesso.Os corretores vencedores estão dispostos a assumir posturas que os diferenciam da multidão, portanto não há magia ou chave mágica que abrirá as portas para o sucesso. Eles escolhem exercer a autodisciplina com maestria, aprimorando a sua capacidade de agir e pensar de forma planejada e estratégica.

2. Seja persistente Ser corretor não é fácil, requer uma persistência sobrenatural. E o sentido de sobrenatural aqui nada tem a ver com coisas do outro mundo, mas com a capacidade de superar-se  repetidamente. Os desafios são muitos, mas as vitórias são diretamente proporcionais. Assim, persista em seus objetivos, transforme sonhos em realizações por intermédio de suas atitudes. A persistência é o segredo de quem busca um diferencial. Dessa forma, você será arrebatado pelo sucesso. Este hábito é muito forte e é encontrado nos corretores campeões.

3. Cuidado com a vaidade

A vaidade nos afasta da reflexão. Quando julgamos que somos bons o suficiente e não precisamos mais surpreender ou aprimorar as nossas práticas, estamos permitindo que a vaidade reine sobre nosso comportamento.

E o problema está na invisibilidade, pois às vezes usamos a vaidade sem medidas e nos cegamos ao ponto de corrompermos as nossas relações, desrespeitando a opinião e a história de vida do outro. Com isso, acabamos querendo nos impor pelo confronto e sobreposição das nossas crenças. E é aí que a vaidade assume a forma mais danosa. Não podemos nos ludibriar e acharmos que somos protótipos de super-homem ou mulher-maravilha ao ponto de sermos insubstituíveis.  Não se engane, pois o mercado está cheio de corretores que querem ser profissionais campeões e realizam ações que colaboram para o alcance deste objetivo.Portanto, nós, que estamos nesta corrida pelo sucesso, devemos entender que hábitos simples transformam as nossas práticas. Corretores de sucesso são aqueles que entenderam,  ressignificaram e praticaram esses três hábitos de acordo com o seu projeto de vida e sua realidade de mercado e, com isso, perceberam  o poder invisível por trás de cada um desses hábitos, convertendo-os em poderosos aliados.

Vá! A sua transformação começa agora, experimente.

“Guilherme Machado” CORRETOR DE IMÓVEIS, CONSULTOR, COACH E PALESTRANTE. Provocar novos comportamentos no mercado imobiliário é nosso objetivo. De corretor para corretor, contribuímos para o desenvolvimento do setor com diversas publicações, palestras, podcast e Intelicast., Estrategista. Executa trabalhos de desenvolvimento de equipes de alta performance. Iniciou à profissão como corretor de imóveis, conquistando posições como gerente comercial, diretor executivo até a participação societária de uma das maiores imobiliárias do Espírito Santo. Expertise no desenvolvimento de equipes comerciais com foco em resultado adquirida em sua intensa vivência ao longo de 15 anos no mercado imobiliário.

Fonte: http://www.guilhermemachado.com


ESTRATÉGIAS

Anderson Silva: as estratégias definem o campeãoEstratégia

Até que ponto a estratégia não deve ser reavaliada? Certo desprezo pelo oponente é uma boa estratégia para o sucesso?

By Portal Administradores

Quando falamos de alguém campeão nos esportes nos lembramos de mitos como Ayrton Senna, Ronaldo (o fenômeno) e… Anderson Silva? Ficou um ponto de interrogação na madrugada do dia 07 de julho de 2013. Até que ponto brincar e demonstrar certo desprezo pelo adversário é uma boa estratégia para o sucesso?

Sabemos que Anderson “Spider” Silva sempre teve este jeito diferente de se comportar no octagon¹, espontâneo e muito provocativo. Isso lhe rendeu ótimos elogios, seja da imprensa ou dos fãs, mas chegou a um ponto extremo: seu mais novo adversário, Chris Weidman entrou extremamente focado e determinado a parar Anderson na sua própria pegadinha. E foi exatamente isso que aconteceu, nocauteou Anderson enquanto o mesmo “tirava onda” com o golpe colocado na altura do queixo.

Para nós, administradores, fica a seguinte indagação: Até que ponto a estratégia não deve ser reavaliada? Deve-se seguir a cartilha para todos os momentos? Anderson venceu dez oponentes após a conquista do cinturão do UFC (Ultimate Fighting Championship) sempre seguindo a mesma estratégia: “brincar” com o intuito de deixar o adversário abalado emocionalmente atingindo assim o seu autocontrole. Mas desta vez encontrou alguém diferente, que o surpreendeu. Anderson procurava desconcentrar Weidman e o mesmo não abalou-se, sempre com os olhos fixos no brasileiro, nada tirava seu foco, manteve-se atento e terminou os trabalhos assim que teve oportunidade.

Toda empresa para crescer e ter sucesso deve ter objetivo e estratégias a serem trabalhadas para alcançar os determinados pontos almejados, mas para cada negociação é usada a mesma estratégia? Se fomos imaginar alguém que trabalha com vendas, se o vendedor se comportar da mesma forma com todos os clientes, a taxa de sucesso será a mesma caso ele crie uma nova estratégia de acordo com o perfil de seu cliente em questão?

Adaptar a estratégia a cada cliente é uma das fórmulas de sucesso, tão simples, mas que muitas vezes é deixada de lado, ninguém é igual, cada um tem suas peculiaridades e gostos, logo, tem que ficar atento a isto, cada cliente tem um desejo e uma forma de ser tratado.

Um exemplo muito próximo de todos é o das companhias telefônicas, trabalham com venda corpo a corpo, logo, técnicas e estratégias devem ser usadas para convencer e levar o cliente a se satisfazer com os produtos e serviços oferecidos. Muitas companhias exigem que seus funcionários passem por treinamentos de atendimento ao cliente, onde nestes treinamentos é mostrado para o funcionário os diversos “modelos” de clientes, seus desejos e as devidas estratégias a serem usadas para cada perfil.

¹ – Octagon é o local aonde acontece as lutas de MMA,  é um polígono de oito lados. Foi criado pela família Brasileira Gracie, com historia nas artes marciais.

Fonte: Portal Administradores                                                                                                                                                                                                                       Link : http://www.administradores.com.br/artigos/administracao-e-negocios/anderson-silva-as-estrategias-definem-o-campeao/71615/


IMOBILIÁRIAS – COMO PROMOVER ATENDIMENTOS DIFERENCIADOS, CONVERTENDO-OS EM MAIS VENDAS POR CLIENTES ATENDIDOS

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O grande dilema das imobiliárias é como manter equipes de corretores de imóveis mais qualificados para prestarem um atendimento diferenciado e de efetivarem mais vendas por clientes atendidos.

Sylvio Lindenberg*

Imobiliárias – mudanças na forma de gestão das empresas

Antes da década de 70, as imobiliárias eram constituídas para dominar o mercado imobiliário da cidade, nas áreas de:

• Locações • Venda de imóveis usados (avulsos, seminovos ou de terceiros).

Muitas empresas conseguiram se posicionar e marcar a sua presença no mercado imobiliário da sua cidade, por meio de iniciativas próprias, formadas na “escola da vida”, entre acertos e erros.

Por volta de 2007, para superarem os novos desafios da globalização e da concorrência, muitas empresas imobiliárias começavam a estruturar a venda de imóveis usados na concepção de rede e, mais recentemente, na forma de franquia. Para as imobiliárias que aderem à ideia de participar de uma rede ou franquia, a mudança mais significativa é a de paradigma: “de uma atuação isolada e independente para uma atuação em parceria”.

Atualmente, as imobiliárias precisam dominar e participar do mundo de interação virtual, para não perderem a oportunidade de atender uma vasta gama de internautas, potenciais locadores e compradores de imóveis. Em torno de 35% dos clientes que chegam às imobiliárias o fazem depois de acessarem informações em seus meios digitais (site, dispositivos móveis e redes sociais).

Uma das dificuldades que impedem as imobiliárias de formarem uma equipe de vendas mais qualificada e treinada é a elevada rotatividade de pessoal (turnover). O processo seletivo de novos corretores de imóveis, em muitas imobiliárias, é feito na base de indicações, por ser um método mais simples e rápido.

A gestão de muitas imobiliárias, a fim de manter um número crescente de oferta de imóveis à venda, estabelece como regra que cada corretor do seu quadro profissional execute um número de agenciamentos (angariações ou captações) em um determinado período de tempo. O cumprimento desta diretriz garante a permanência do profissional na sua equipe de vendas.

As imobiliárias sabem que, tanto na locação, assim como na venda de um imóvel, são os serviços que induzem à decisão de compra. Ao mesmo tempo, a realidade mostra que, com a internet, o cliente potencial, hoje, está mais bem informado e mais exigente. Assim, o grande desafio das imobiliárias é melhorar os seus resultados de venda por clientes atendidos.

 

Como tornar mais eficiente a equipe de corretores de imóveis

Para os clientes, a compra de um imóvel é um processo complexo de comunicação e de tomada de decisão: ocorre no transcurso do tempo e envolve diversos membros.

O mercado imobiliário passa por um bom momento de venda de imóveis em lançamentos e de imóveis usados, causados por uma conjugação favorável de fatores. Com o bom desenvolvimento dos negócios imobiliários, a concorrência torna-se cada vez mais acirrada. Na prática, tanto os clientes como os corretores de imóveis, dispõem das mesmas informações existentes no site da empresa, portais imobiliários, redes sociais, buscadores, panfletos e outros.

Acontece que a grande maioria das imobiliárias vivencia um “apagão técnico-profissional” dos seus corretores de imóveis. Hoje, não prevalecem mais os mitos de que os corretores de imóveis já nascem feitos; que os corretores de imóveis devem ser bons de conversa; que vender imóveis é uma questão de conhecer os truques certos. As imobiliárias precisam de que os seus corretores de imóveis sejam mais qualificados e treinados.

Os profissionais precisam rever uma série de atitudes e procedimentos, pois a venda de imóveis é uma venda técnica e complexa:

• Redirecionar a visão de negócios: “de venda de imóveis para prestação de serviços”;

• Fazerem a “lição de casa”, ou seja, estudarem os imóveis antes de saírem para demonstrá-los;

• Desenvolverem uma boa entrevista;

• Apresentarem argumentos de vendas persuasivos, ou seja, em vez de ficarem “vendendo características”, devem saber falar a “língua dos benefícios”, entre outras habilidades.

A liberdade que os corretores de imóveis têm para apresentarem os imóveis que vendem e de criarem os seus argumentos de vendas deixam as empresas muito vulneráveis, pois não possuem nenhum controle sobre o que está sendo dito a respeito do imóvel que está sendo oferecido. Pressupõe-se que os corretores de imóveis tenham um bom conhecimento sobre o mercado imobiliário e sobre o imóvel que está sendo oferecido. Assim sendo, em uma equipe de dez corretores, muito provavelmente, teremos dez formas diferentes de apresentar o mesmo imóvel. E qual delas é a melhor e a mais recomendada? E o que é pior, estas diferentes formas de apresentar o imóvel são feitas na “base do improviso”.

Para os imóveis usados, que as imobiliárias comercializam, é fácil serem relacionadas mais de 50 características, para cada imóvel. Pelo volume de informações que cada imóvel apresenta e pela precisão com que as mesmas devem ser repassadas aos clientes, conclui-se que é temerário deixar os corretores de imóveis apresentarem os seus imóveis na “base do improviso”. Desta forma, torna-se imprescindível às imobiliárias elaborarem o Sumário do Imóvel à Venda, antes de iniciarem a sua comercialização. Com esta iniciativa as imobiliárias estabelecem um padrão de apresentação e atendimento.

As imobiliárias poderão criar equipes exclusivas para a elaboração dos diferentes Sumários do Imóvel à Venda. Enquanto uma “equipe de retaguarda” prepara as informações, as empresas deverão reforçar a sua “linha de frente” com profissionais “fechadores de negócios”. Com esta iniciativa, obtêm-se os seguintes resultados:

1- Melhora-se a qualidade da informação repassada aos clientes compradores; 2- Aumenta-se a efetivação de negócios por clientes atendidos.

Pelo exposto, constata-se que é possível, com algumas iniciativas inovadoras e que ainda não estão sendo desenvolvidas pelas empresas imobiliárias e por outras ações pontuais, promover atendimentos diferenciados, convertendo-os em mais vendas por clientes atendidos – o desejo de todas imobiliárias.